Iêmen: uma nova peça no xadrez geoestratégico do Oriente Médio?

Maria Paula Nascimento

Vinícius Vilas Boas

Resumo

O conflito no Iêmen tem sido uma incógnita no Oriente Médio, uma vez que envolve uma gama diversificada de atores (regionais, extrarregionais e não-estatais), além de ter causado a pior crise humanitária da atualidade. Nesse sentido, o presente artigo tem como objetivo analisar o contexto geoestratégico do Oriente Médio e os atores envolvidos na guerra do Iêmen, indagando qual seria a posição do país em relação ao xadrez geoestratégico da região, isto é, qual peça o Iêmen representaria.

Do referendo à revolta: o início da Guerra do Iêmen

 A guerra civil do Iêmen estourou com a Primavera Árabe em 2011, iniciando-se a partir da derrubada do governo do até então presidente iemenita Ali Abdullah Saleh, após de 33 anos no poder. O presidente foi sucedido por Abd-Rabbu Mansour Hadi, que havia sido vice-presidente do país por 17 anos. Em meio a uma série de protestos que duraram quase um ano contra o ex-presidente Saleh, Hadi foi o candidato selecionado para coordenar o plano de transição política no país, e em fevereiro de 2012, foi eleito presidente por meio de um referendo. A ascensão do político sunita fez com que o Iêmen se tornasse a primeira nação da Primavera Árabe onde uma revolta levou a um acordo negociado[i], o que elevou as expectativas sobre o futuro do país sob o governo de Hadi (PROFILE: YEMEN’S-ABD…, 2015). No entanto, o início da guerra civil no país antecede os eventos da Primavera Árabe, tendo suas primeiras tensões em 2004, quando estourou a primeira guerra de separatistas com o governo iemenita.

Com apoio local, regional e internacional, Hadi era um líder respeitado, com uma visão para o futuro, e esperava-se que a transição trouxesse estabilidade ao país. O Iêmen, no entanto, estava embebido em uma série de problemas, como ataques da Al-Qaeda, um movimento separatista no Sul, a resistência de muitos militares que continuaram leais a Saleh, assim como corrupção, desemprego e insegurança alimentar. Essa situação caótica abriu espaço para o fortalecimento de movimentos subjacentes e contrários ao governo de Hadi, como o movimento Houthi (que segue uma corrente islâmica xiita chamada zaidismo), e a desilusão com o governo fez com que muitos iemenitas, inclusive sunitas, passassem a apoiar os Houthis (CINCO PONTOS PARA…, 2017).

Oficialmente conhecidos como Ansar Allah (Partidários de Deus), os rebeldes Houthi[ii] surgiram como um movimento teológico que pregava a tolerância e a paz no início da década de 1990[iii], de acordo com Ahmed Addaghashi[iv]. Em 2004, “o movimento virou-se para as armas por motivos de autodefesa quando a primeira guerra com o governo entrou em erupção”, afirma Addaghashi, e quando os partidários do grupo protestaram nas mesquitas da capital, Saada – que o então presidente Ali Abdullah Saleh viu como um grande desafio ao seu governo. Em meio a este cenário, Saleh ordenou a prisão de uma série de membros do grupo, além de ordenar que o líder do movimento, Hussein al-Houthi, impedisse que os manifestantes perturbassem os fiéis, mas Hussein se recusou a conter seus partidários. Algum tempo depois, Hussein al-Houthi foi morto após o envio de forças do governo iemenita para Saada. A guerra intermitente, que durou anos, terminou com um acordo de cessar-fogo em 2010 – situação que se sustentou até 2011, quando a Primavera Árabe, um movimento de derrubada de diversos governos no Oriente Médio e no Norte da África, incitou o separatismo contra Saleh (WHO ARE THE…, 2015).

O movimento começou a ganhar mais força em agosto de 2014, quando milhares de defensores do movimento protestaram nas ruas da capital iemenita, Sanaa, exigindo que Hadi se retirasse do governo – justamente pela insatisfação cem relação ao modo como ele conduzia as políticas públicas para o Iêmen. Assim, um movimento incialmente cultural e educacional tomou caráter de milícia e agora compõe o espectro de um conflito internacional. Isso porque a ascensão desse movimento e seu fortalecimento entre a população iemenita influenciou na mudança de direção que este tomou, passando a reivindicar participação popular na política nacional (PROFILE: YEMEN’S-ABD…, 2015).

Até 2014, os Houthis apostavam em sua participação no diálogo nacional para obter ganhos políticos, enquanto que usavam, simultaneamente, a força militar e a mobilização de multidões populares para realizar objetivos que não conseguiam alcançar por meio de sua participação política (YEMEN’S HOUTHI MOVEMENT…,2014). Essa estratégia mudou abruptamente em 2015, quando os Houthi deram um golpe de Estado e colocaram o presidente em prisão domiciliar, que conseguiu fugir para a cidade de Aden um mês depois (CINCO PONTOS PARA…,2017). Para deter a insurreição rebelde, o governo saudita formou, ainda em 2015, uma coalizão com países árabes como o Egito, Jordânia, Sudão e Bahrein, e que conta com o apoio de países como os Estados Unidos, Bélgica, Líbia, dentre outros, sob a forma de fornecimento de armas, inteligência, aplicação do bloqueio naval e até mesmo bombardeio aéreo (RODER et. al., 2016, p.5).

Observa-se, portanto, um emaranhado de contextos históricos e geopolíticos no Iêmen, que formaram o quadro de conflito que se arrasta até os dias de hoje. Nesse sentido, é importante endereçar os atores envolvidos e os seus respectivos contextos no xadrez geoestratégico da região.

O xadrez geoestratégico: qual a posição do Iêmen?

A guerra civil no Iêmen já se arrasta por três anos e tem sido considerada a pior crise humanitária no mundo. Isso porque, além do conflito constante, milhões de pessoas já morreram de fome e o país sofre com um terrível surto de cólera. O país é um dos mais pobres do mundo árabe, e a guerra civil colocou o país em um caos generalizado que opõe essencialmente as forças nacionais Houthi e o governo de Abd-Rabbu Mansour Hadi, envolvendo duas grandes potências regionais: a Arábia Saudita, que apoia o governo de Hadi, e o Irã, que é acusado de financiar militarmente a milícia rebelde xiita Houthi. Recentemente, um grupo separatista que se auto intitula Conselho Transitório do Sul (STC, sigla em inglês) e suas forças separatistas conhecidas como Cinturão de Segurança, tem implicado grandes derrotas ao presidente Hadi.

O grande impasse é que esse grupo foi formado, armado e financiado pelos Emirados Árabes Unidos, um membro-chave da coalizão saudita que ostensivamente apoia Hadi. Nesse contexto, os separatistas tomaram a cidade de Aden, confinando o governo de Hadi ao palácio presidencial.  Em termos gerais, uma guerra civil irrompeu dentro da guerra civil do Iêmen, uma vez que a ofensiva dos separatistas do STC, apoiada pelos Emirados Árabes Unidos, contra as forças do presidente Hadi, tendem a paralisar a campanha coletiva contra o movimento Houthi, liderada pela Arábia Saudita (YEMEN SEPARATISTS CAPTURE…, 2018).

Em meio a toda essa luta, a população iemenita tem vivido a duras penas, já que a ajuda humanitária, até agora, tem sido escassa, além do que, segundo o Secretário-Geral da Organização de Cooperação Islâmica, Dr. Youssef bin Ahmed Al-Othaimeen, muitas crianças têm sido recrutadas obrigatoriamente pela milícia Houthi – centenas delas sendo colocadas nas linhas de frente. A fim de amenizar a situação, o Centro de Ajuda Humanitária e Apoio do Rei Salman, assinou seis acordos que destinam um total de US$ 3 milhões para implementar projetos humanitários no Iêmen a fim de tratar os iemenitas lesionados pelo conflito e completar a terceira e quarta fase de reabilitação de crianças soldados.

A guerra no país tem intensificado as tensões regionais no Oriente Médio, além de ter estendido as preocupações para além da região palco do conflito, criando alerta em países ocidentais na medida em que o conflito se torna mais instável. Tal preocupação é, em parte, causada pela grande participação da Al-Qaeda na Península Arábica (AQAP) no conflito em solo iemenita, visto que o grupo é considerado o ramo mais perigoso da Al-Qaeda devido à sua especialização técnica e alcance global. Além disso, a ascensão de grupos filiados ao Estado Islâmico também faz crescer a atenção de potências extra regionais para a região (YEMEN CRISIS: WHO…, 2018).

Como já observado, o protagonismo da Arábia Saudita e do Irã na guerra do Iêmen tem sido incontestáveis. Embora o governo iraniano negue envolvimento com os Houthi, o exército dos Estados Unidos alegou ter interceptado embarcações carregadas de armas do Irã que rumavam ao Iêmen, em março de 2016; além disso, os militares norte-americanos disseram que foi a terceira vez em dois meses que aquilo ocorria (KEY FACTS ABOUT…, 2016). A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmou que tinha a intenção de impedir o contrabando de armas para os rebeldes Houthi promovido pelo Irã; entretanto, as diversas restrições que têm sido impostas ao Iêmen pela coalizão saudita têm provocado uma fome cruel aos iemenitas, agravando a uma crise humanitária que é a pior do mundo na atualidade (YEMEN CRISIS: WHO…, 2018).

As preocupações sauditas vão muito além do financiamento Houthi pelos iranianos. O Reino Saudita compartilha uma longa e porosa fronteira com o Iêmen, e teme que a influência iraniana no conflito e o fortalecimento dos Houthis signifique o expansionismo iraniano na Península Arábica por meio de seu apoio aos grupos armados xiitas, o que pode ser visto como mais uma jogada do Irã no xadrez geoestratégico do Oriente Médio. Isso porque o Iêmen é estrategicamente importante, já que se localiza no estreito de Bab al-Mandab, canal que liga o Mar Vermelho ao Golfo de Aden, por onde passa grande parte das remessas de petróleo do mundo (YEMEN CRISIS: WHO…, 2018).

Analistas nos países do Golfo Árabe afirmam que o Irã já controla quatro capitais árabes, sendo elas Bagdá, Damasco, Beirute e Sanaa. Na Síria, os rebeldes apoiados pelos sauditas estão lutando contra o governo de Bashar al-Assad, que é apoiado pelo Irã. O Líbano é outra arena de conflito: o Irã patrocina o Hezbollah, a milícia e o movimento político xiitas, enquanto a Arábia Saudita apoia o Movimento Futuro, predominantemente sunita (KEY FACTS ABOUT…, 2016).

Apesar da complexa dicotomia entre Arábia Saudita e Irã, perceptível em todos os aspectos do conflito, existem também outros atores relevantes para o entendimento da Guerra no Iêmen. Os Emirados Árabes Unidos, recentemente, tornaram-se um desses atores, após a ascensão do grupo separatista Conselho Transitório do Sul. O grupo, que busca a independência do sul do Iêmen (que era um país separado antes da unificação com o norte em 1990), formou uma aliança com tropas leais ao governo de Hadi em 2015, com o intuito de impedir que os Houthis conquistassem a cidade de Aden. Porém, as relações entre o STC e as tropas do governo de Hadi sempre foram tensas e, no fim de janeiro de 2018, se tornaram de inimizade; o STC acusou o governo de Hadi de corrupção e má administração, e exigiu a remoção do primeiro-ministro Ahmed bin Dagher[v] do cargo (YEMEN’S WAR WITHIN…,2018).

Outro ator que tem interferido no conflito são os Estados Unidos, que apoiam a coalizão liderada pela Arábia Saudita e reconhecem o governo de Hadi. Em 2015, os norte-americanos enviaram uma armada de navios de guerra à costa do Iêmen, no que pôde ser entendido como um alerta para os iranianos não rearmarem os Houthi (THE CRISIS IN…, 2015). O governo de Hadi tem sido um grande parceiro dos Estados Unidos em sua estratégia de antiterrorismo global e na luta contra a Al-Qaeda na Península Arábica – considerada a afiliada jihadista mais perigosa do mundo (WHAT YOU NEED…, 2017). Recentemente, no dia 20 de março de 2018, o Congresso Americano votou contra o fim do suporte americano à campanha liderada pela coalizão da Arábia Saudita, o que significa que a coalizão ainda contará com a inteligência americana em seus bombardeios sobre o Iêmen. Tal votação coincidiu com a visita de Mohammed bin Salman, príncipe herdeiro do trono saudita, à Casa Branca, onde este se reuniu com Donald Trump. O presidente americano afirmou que as relações entre os dois países estão mais fortes do que nunca, o que sugere que a parceria entre as nações não está próxima de acabar (YEMEN WAR: SENATE…, 2018).

A partir do que foi exposto, é possível observar um xadrez geoestratégico na região do Oriente Médio, que fica ainda mais evidente no conflito do Iêmen. Por xadrez geoestratégico compreende-se uma configuração complexa e orientada por jogadas que podem significar uma vitória ou uma derrota, conforme o poder e posição da peça. No Oriente Médio, há alguns atores que se destacam como as peças mais poderosas do jogo: a coalizão da Arábia Saudita, por exemplo, pode ser comparada à Torre, já que pode mover-se em várias direções e ocupar as casas da peça adversária. Além disso, a Torre tem a vantagem de poder se mover ao lado da Rainha (os EUA nessa metáfora) – em um movimento denominado “jogada de roque” – o que lhe confere jogadas poderosas no tabuleiro. Isso porque a Rainha é a peça mais poderosa do jogo; a que pode mover-se como e quantas vezes desejar no tabuleiro, ocupando as casas da peça adversária – ou seja, interferir a seu bel-prazer em conflitos como o do próprio Iêmen (DOCS KDE, 2017).

O Irã, nesse sentido, pode ser comparado a um Peão “em promoção”, isto é, aquele que quando chega ao outro lado do tabuleiro pode se tornar qualquer peça, mesmo que ela já esteja no tabuleiro. Apesar de ser a peça menos poderosa do jogo e possuir limitações em seus movimentos, o Peão pode se tornar uma Torre ou mesmo uma Rainha quando chega ao campo adversário e, assim, uma das peças mais especiais do jogo. A participação do Irã na guerra do Iêmen – ainda que negando o financiamento aos Houthi – pode ser visto como uma manobra estratégica de um Peão que almeja alcançar uma posição mais poderosa no tabuleiro (DOCS KDE, 2017).

Mas, então, qual peça o Iêmen representaria nesse xadrez geoestratégico? O de um cavalo, o de uma torre, ou de um peão, por exemplo? Na verdade, o que se conclui é que o Iêmen, na conjuntura de guerra analisada, pode ser considerado um dos tabuleiros desse xadrez geoestratégico, sendo palco para uma gama de jogadas estratégicas e perigosas que refletem o contexto geopolítico e geoestratégico de cada ator, individual ou conjuntamente.

Considerações Finais

Como analisado ao longo deste artigo, a guerra do Iêmen constitui-se de um complexo contexto histórico, político e geopolítico, que não mais permite a identificação desta como uma guerra civil, mas sim como um conflito que assumiu proporção internacional. Isso porque uma gama de atores, estatais e não-estatais – lê-se Arábia Saudita e seus aliados, Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos, Houthis, Conselho Transitório do Sul e assim por diante – estão envolvidos na guerra, o que aumenta seu grau de complexidade conforme as batalhas se desenrolam. Considerando o Iêmen como um tabuleiro onde as jogadas desse xadrez geoestratégico se desenvolvem, é importante notar a vulnerabilidade a qual o país e toda sua população estão expostos, visto que o território se tornou palco de jogadas perigosas pelo estabelecimento (ou reafirmação) da posição das peças mais poderosas. Nesse sentido, vale questionar as consequências dessa possível condição de tabuleiro, bem como se essa seria limitante das possíveis jogadas que o Iêmen pode realizar em outros contextos.

Referências 

CINCO PONTOS PARA… (2017). Cinco pontos para entender a guerra civil no Iêmen, que já matou quase 10 mil em dois anos. BBC Brasil. Disponível em: <http://www.bbc.com/portuguese/internacional-42234853&gt;. Acesso em: 20/03/2018.

 KEY FACTS ABOUT… (2016). Key facts about the war in Yemen. Al-Jazeera. 01 ago. 2016. Disponível em: <https://www.aljazeera.com/news/2016/06/key-facts-war-yemen-160607112342462.html&gt;. Acesso em 20/03/2018.

PROFILE: YEMEN’S-ABD… (2015). Profile: Yemen’s Abd-Rabbu Mansour Hadi. Al-Jazeera. 21 fev. 2015. Disponível em: <https://www.aljazeera.com/news/middleeast/2012/02/2012219133034774204.html&gt;. Acesso em: 20/03/2018.

RODER, H., et.al. Conflito no Iêmen, o caso ‘Huti’. Vol. 3, n.2. Abril, 2016. Disponível em: <https://www.marilia.unesp.br/Home/Extensao/observatoriodeconflitosinternacionais/conflito-no-iemen-o-caso-huti.pdf&gt;. Acesso em: 20/03/2018.

THE CRISIS IN … (2015). The crisis in Yemen: what you need to know. The New York Times. 21 abr. 2015. Disponível em <https://www.nytimes.com/interactive/2015/03/26/world/middleeast/yemen-crisis-explained.html&gt;. Acesso em: 20/03/2018.

WHAT YOU NEED… (2017). What you need to read to understand the Yemen crisis. The Huffington Post. 06 dez. 2017. Disponível em <https://www.huffingtonpost.com/2015/03/25/yemen-crisis_n_6925480.html&gt;. Acesso em: 20/03/2018.

WHO ARE THE… (2016). Who are the Houthis in Yemen? Al-Jazeera. Disponível em: <https://www.aljazeera.com/news/middleeast/2014/08/yemen-houthis-hadi-protests-201482132719818986.html&gt;. Acesso em: 20/03/2018.

YEMEN’S HOUTHI MOVEMENT… (2014). Yemen’s Houthi Movement: Limiting Military Operations Via Political. Al-Jazeera Studies. Disponível em: <http://studies.aljazeera.net/mritems/Documents/2014/9/22/201492212132419734Yemen%20Houthi%20Movement%20.pdf&gt;. Acesso em: 20/03/2018.

YEMEN CRISIS: WHO… (2018). Yemen crisis: who is fighting whom? BBC News. 30 jan. 2018. Disponível em <http://www.bbc.com/news/world-middle-east-29319423&gt;. Acesso em: 20/03/2018.

YEMEN SEPARATISTS CAPTURE… (2018). Yemen separatists capture Aden, government confined to Palace. Haaretz. 30 jan. 2018. Disponível em <https://www.haaretz.com/middle-east-news/yemen-separatists-capture-aden-government-confined-to-palace-1.5781629&gt;. Acesso em: 20/03/2018.

YEMEN WAR: SENATE… (2018). Yemen war: senate rejects ending US support of Saudi-led campaign. The Guardian. 20 mar. 2018. Disponível em <https://www.theguardian.com/world/2018/mar/20/yemen-war-us-saudi-senate-support&gt;. Acesso em: 20/03/2018.

YEMEN’S WAR WITHIN… (2018). Yemen’s war within a war: everything you need to know. Haaretz. 30 jan. 2018. Disponível em <https://www.haaretz.com/middle-east-news/yemen-s-war-within-a-war-everything-you-need-to-know-1.5782152&gt;. Acesso em: 20/03/2018.

[i] Sob o acordo, negociado pelo Conselho de Cooperação do Golfo composto por Bahrein, Kuwait, Omã, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, Saleh transferiu poderes constitucionais para Hadi, que ele havia nomeado como vice-presidente em 1994 (PROFILE: YEMEN’S-ABD…, 2015).

[ii] [ii] Hussein Badreddin al-Houthi foi fundador do Movimento Houthi, sendo assassinado em 2004 por foças do exército iemenita. O atual líder é Abdul-Malik al-Houthi.

[iii] O grupo começou como uma reunião chamada ‘Fórum de Jovens Crenças’ no início dos anos noventa (WHO ARE THE…, 2015).

[iv] Professor da Universidade de Sanaa e autor de dois livros sobre o movimento, Houthi Phenomenon e Houthis and Their Political and Military Future (WHO ARE THE…, 2015).

[v]  Professor da Universidade de Sanaa e autor de dois livros sobre o movimento, Houthi Phenomenon e Houthis and Their Political and Military Future (WHO ARE THE…, 2015).

 

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