Consolidação do poder de Xi Jinping e as manifestações dos diferentes nacionalismos chineses

Marina Borges Barbosa

Tiago Matos

Resumo

Em 11 de março de 2018, foi anunciada uma emenda à Constituição chinesa que permite a permanência vitalícia no cargo mais importe do país. Com isso, Xi Jinping, atual Presidente, foi aclamado pela mídia internacional como o líder mais poderoso da atualidade. O objetivo deste artigo é entender quais foram as condições que de certa forma contribuíram para a consolidação do poder em torno de sua figura pessoal. Para isto, serão explanados os conceitos de “sonho chinês” e Pensamentos sobre Socialismo com Características Chinesas para uma Nova Era”, amplamente entendidos como diretrizes e princípios do atual Presidente, correlacionando-os com a noção de nacionalismo chinês que permeia o imaginário social do país. Nossa hipótese é uma das condições que ajudaram no processo a ascensão de Xi Jinping está ligada a sua capacidade de impor-se como mediador entre as aspirações de divergentes grupos nacionalistas dentro do país.  

Ascensão política e consolidação do poder por Xi Jinping

Para muitos analistas e membros da imprensa internacional, Xi Jinping é o líder mais poderoso da atualidade. Em âmbito interno, o atual Presidente é o líder que mais tem autonomia no Partido Comunista Chinês desde Mao Tse Tung. Ademais, Xi reúne os títulos de Presidente da Comissão Militar Central, Chefe da Comissão de Segurança Nacional, além dos cargos de Secretário-geral do Partido Comunista Chinês e Presidente da República, naturalmente. (LAMPTON, 2015; HART, 2016). Para que seja possível compreender sua ascensão, faz-se necessário, primeiramente, explanar com maiores detalhes sua trajetória política.

A carreira de Xi Jinping inicia-se em 1974, quando se filiou ao Partido Comunista Chinês. Em 2007, começou a ter papéis relevantes e visíveis dentro do Partido, sendo promovido a sucessor do Presidente da época, Hu Jintao, e ocupando cargos importantes dentro da Comissão Militar Central. Com isso, no ano de 2013, Xi foi eleito Presidente da China. Seu prestígio o possibilitou acrescentar  seus “Pensamentos sobre o Socialismo com Características Chinesas Rumo a uma Nova Era” na Constituição do Partido, adicionando sua contribuição pessoal como parte das leis chinesas. Ademais, de acordo com críticos, sua popular campanha anticorrupção facilitou o expurgo de inimigos políticos, e, assim, facilitou a neutralização daqueles que poderiam vir a opor-se a ele. (TIMELINE, THE RISE…, 2018).

Em março de 2018, mais um ato demonstra a concentração de seu poder. No décimo nono Congresso Geral do Partido Comunista, houve a aprovação de uma emenda na Constituição, alterando, assim, as regras da sucessão presidencial. A Constituição de 1982 ditava que o Presidente não poderia permanecer no cargo por mais de dois mandatos de cinco anos, além de estabelecer idade obrigatória de aposentadoria. Com a emenda, ambas as decisões foram abolidas, o que, na prática, permite a Xi perpetuar-se no poder por tempo indeterminado. Vale lembrar que esses pressupostos de tempo limite foram instituídos durante o governo de Deng Xiaoping, que temia a centralização de poder em um único líder (TIMELINE, THE RISE… 2018).

A fim de compreender o pano de fundo na qual estas ações se derem, faremos considerações sobre princípios enraizados na mentalidade chinesa, destacando a noção de nacionalismo na China.

Evolução nos conceitos de nacionalismo na China

De acordo com Zhimin (2005), o conceito de nacionalismo como resultado do surgimento do Estado-Nação moderno é um evento relativamente recente na história chinesa. O germe do que pode-se considerar um “protonacionalismo” está intimamente ligado à ação ocidental no Império Chinês ao longo do século XIX. Os resultados catastróficos das Guerras do Ópio, seguida da violação territorial representada pela perda de Hong Kong colabora para o ressentimento com o Ocidente, popularizando o sentimento de que este teria sido o “Século da Humilhação”. Assim, a ligação entre a ameaça externa e enfraquecimento interno torna-se uma das características fundamentais para se compreender o imaginário e comportamento de diversos ramos da sociedade chinesa desde então.  (BAJORIA, 2008; ZHIMIN, 2006; ZHAO, 2005) Embora o sentimento nacionalista tenha sua origem neste período, não havia unidade de interpretação deste conceito. Em sua primeira cisão conceitual, ocorrida no início do século XX, Zhimin (2005) cita o surgimento de duas correntes nacionalistas: uma baseada no etnocentrismo do grupo Han, e outro, na centralidade do Estado Chinês.

O nacionalismo étnico tinha como base o apelo à legitimidade da etnia han, tendo como principal figura política Sun Yatsen, um dos responsáveis pela fundação da República da China (1911). Motivado a pôr fim na Dinastia Qing, cujo Imperador era membro da minoria étnica manchu, Yatsen organizou o movimento de rebelião em torno da premissa de que a unidade étnica era característica fundamental para se alcançar a independência e glória chinesas. Por sua vez, o nacionalismo estatal preocupava-se com o caráter multiétnico do Estado asiático. Representado pela figura de Liang Qichao, exaltava a união dos diversos povos em território chinês – manchus, hans, tibetanos, entre outros- como forma mais eficiente de manter a integridade do país. Logo, embora houvesse diferenças entre as duas abordagens, a principal preocupação comum era evitar o enfraquecimento interno da China, e, assim, garantir a sobrevivência da nação e o distanciamento da humilhação sofrida ao longo do século passado.

No intervalo entre a criação da Republica Chinesa, em 1911, e a ascensão do regime comunista de Mao Tse Tung, em 1949, mais uma cisão importante no entendimento do nacionalismo aplicado ao país. Surge um nacionalismo anti-imperialista, que tinha como representante mais ilustre Chiang Kai-shek. A legitimidade necessária para a manutenção do poder por Kai-shek tinha como requisito a independência do país frente às investidas feitas pelas potências imperialistas. Com a ocupação japonesa na região da Manchúria, ocorrida em 1931, houve mais um golpe na dignidade nacional chinesa, sendo sua incapacidade em proteger a integridade do país o estopim para uma nova cisão na governança do país. Com o sucesso da resistência liderada pelo comunista Mao Tse Tung contra a invasão nipônica,  houve a popularização do sentimento nacionalista entre camponeses chineses em torno de sua  figura pessoal. Assim, o Partido Comunista surge fortalecido pela eficiência em proteger o território nacional frente às ameaças externas. (ZHIMIN, 2006; ZHAO, 2005).

De acordo com Zhao (2005), a partir da década de 1980, duas vertentes de nacionalismo podem ser identificadas na China atual: a liberal e a pragmática. O nacionalismo liberal pauta-se pelos ideaias liberais e democráticos de origem europeia. Os valores de liberdade política e econômica soma-se à valorização dos interesses individuais frente aos interesses comunitários. Porém, partilha do receio em relação à ameaça externa amplamente difundido no imaginário nacional.

Já o nacionalismo pragmático, também chamado de “nacionalismo positivo” por Zhimin (2005), tende a valorizar mais a identidade comum em detrimento ao individualismo ocidental. Por isso, colabora para estreitar as diferenças entre o que é considerado interesse da China enquanto Estado nacional e os desejos e necessidades do Partido Comunista Chinês (ZHIMIN, 2005). Neste aspecto, o fortalecimento de um líder comprometido com esta abordagem colabora também para o fortalecimento e legitimação do PCC no governo do país.

Para Zhao (2005), dois conjuntos ideacionários opõem-se à vertente pragmática de nacionalismo: o nativismo e o anti-tradicionalismo. O nativismo pauta-se pela valorização do passado e cultura chineses, identificando-se principalmente com princípios filosóficos e de organização social confucionistas. No nativismo, há aversão a condutas e ideias identificadas como ocidentais e estrangeiras. Marcados pela humilhação chinesa ocorrida ao longo do século XIX, estão mais propensos a adotar atitudes que poderiam ser tidas como ufanistas, vindo a responder com maior ímpeto à esforços estrangeiros que possam ser entendidos como tentativas de barrar o crescimento  e ascensão do país.

O antitradicionalismo, por sua vez, posiciona-se no lado oposto do espectro, aceitando e assimilando modelos ocidentais de cultura e organização socio-políticas. Pautam-se na ideia de “rejuvenescimento nacional”, que frisa a necessidade de modernização do país a fim facilitar a inserção da China em um sistema internacional capitalista desenvolvido. Ao contrário da corrente nativista, antitradicionalistas tendem a ver com maus-olhos o discurso Sinocêntrico, pois acreditam que as potências estrangeiras poderiam interpretar a ascensão chinesa como uma ameaça, o que poderia motivá-las a isolacionar o país, ou mesmo tentar barrar seu desenvolvimento.

Embora as duas concepções sejam antagônicas em relação ao modelo de sociedade a ser adotado, há uma aproximação entre elas, ocorrida na década de 1990, dentro da corrente liberal nacionalista. Isso teria ocorrido graças ao aumento da insatisfação com as direções tomadas pelo Partido Comunista Chinês, o que deteriorou, em partes, a visão de sua legitimidade como administrador do país. Ademais, ambas compartilham a ideia de que uma China unida e forte é essencial para se evitar o retorno ao ”século da humilhação”. Assim, para nativistas e antitradicionalistas, a capacidade de fortalecer a nação chinesa torna-se o principal fator que confere a legitimidade do governo.

Características de Xi Jinping: “Sonho Chinês” e Pensamentos Sobre Socialismo Com Características Chinesas Para Uma Nova Era”,

A primeira referência ao sonho chinês foi feita por Xi quando ascendeu a presidência. Em seus discursos, citou essa ideia inúmeras vezes, exaltando que o grande comunismo com características chinesas deva ter continuidade, além da grande propaganda para o rejuvenescimento e fortalecimento da nação (WHAT DOES XI… 2013). Desde a fundação da República Popular da China, o Partido Comunista usa de publicidade como um meio de se manter no poder, e esses recursos, são utilizados como um meio para a popularização da campanha do sonho chinês. A base para essa ideia vem de alguns pressupostos materialistas baseados no “American Dream”, entretanto, o sonho chinês enfatiza principalmente a importância do rejuvenescimento da nação chinesa. E essa propaganda vem sendo usada não somente para criar e fortalecer a legitimidade do Partido, mas também como uma forma de culto a Xi (HART, 2016).

Na época maoísta, o culto a personalidade de Mao era tanta que os chineses praticavam “danças leais” ao grande líder, e “auto-confessavam” por desviarem seus pensamentos dos daqueles maoístas. Atualmente, essas ações não são mais praticadas, entretanto, o confessamente voltou, mas de uma forma diferente, em que não se confessavam acerca do desvio de pensamento em relação a Xi, mas ocorriam confissões de modo público, primariamente sobre corrupções ocorridas no Partido. Apesar dessas não serem referências diretas a Xi, como eram a Mao, só demonstra o poder do atual presidente chinês. Outra evidencia de seu poder e influência vem do fato que em seus primeiros meses como presidente, seu nome foi mencionado ao menos duas vezes mais que qualquer outro líder de sua posição, desde Mao (HART, 2016).

Para se explicar como a propaganda serve como uma forma de manter o culto a Xi, Hart (2016) utiliza da “Teoria dos símbolos de Lin” essa que teoriza como um símbolo é incorporado na vida cotidiana das pessoas através de seis requisitos. Primeiro a comunicação, que seria a habilidade de impor um símbolo do líder, por exemplo, no caso de Xi, a exposição de cartazes com paisagens naturais que frisam a conservação ambiental; outro requisito é a objetivação do relacionamento, em que Xi é sempre referenciado como “pai/tio”, o fazendo parecer parte de sua família; outro é a condensação, é o que permite que as pessoas internalizem o símbolo de líder, acontece quando as pessoas têm uma ligação pessoal com a campanha; já a integração ajuda a estabilizar a sociedade, que acontece através de um processo de institucionalização repetida; a promoção de legitimidade seria o quesito mais importante, como as confissões públicas de culpa, por exemplo; e mobilização em massa seria quando um líder usa da comunicação para comoção da população; por último, o símbolo de líder que é usado para criar um culto à uma personalidade de fato.

As principais implicações desse culto a Xi que está sendo desenvolvido são as mudanças na natureza da relação das pessoas com o Estado, que se transformou em uma relação do que manda e do que obedece, um Estado-líder (HART, 2016). Neste sentido, o “sonho chinês” é usado por Xi para legitimar seu comando, sendo um dos recursos responsáveis pela criação de um “culto à personalidade” à sua imagem. Para este autor, a arte presente nos grandes centros urbanos chineses (murais, pinturas em locais públicos e cartazes), que fazem referência ao “sonho chinês”, atua de maneira similar à leitura obrigatória do Livro Vermelho, imposta período Maoísta, na doutrinação do povo chinês.

Outro princípio importante para se entender o governo de Xi são “Os Pensamentos”. Durante a abertura do décimo novo Congresso do Partido Comunista da China, Xi Jinping afirmou seu desejo do desenvolvimento de um “socialismo com características chinesas”. A primeira fase desse plano seria de 2020 a 2035, visando desenvolvimento de uma sociedade próspera para que a modernização socialista possa ser realizada. A segunda etapa, que aconteceria a partir de 2035, objetivando transformar a China em um país moderno, próspero, forte e que seja culturalmente avançado (XI JINPING DESCREVE…, 2017).

Para atingir estes objetivos, a análise das diretrizes de política externa do atual governo parece ser elucidativa. Zhang (2015) cita o comprometimento de Xi com os princípios de “Desenvolvimento Pacífico” e “Ascensão Pacífica”, mas argumenta que, apesar do discurso, sua política externa está repleta de exemplos de assertividade, principalmente em relação aos requerimentos territoriais, como o mar da China e Taiwan. Sua tese é a de que a política externa de Xi pode ser considerada como uma “Ascensão Pacífica 2.0”, que reuni a preocupação de tranquilizar as potências estrangeiras do caráter pacífico da ascensão econômica e militar do país, mas também mostrar-se preparado para agir prontamente, caso interesses considerados vitais para a nação sejam ameaçados.

Relação entre consolidação do poder em Xi Jinping e os “nacionalismos” chineses

Xi Jinping, por meio de seus conceitos de “sonho chinês” e “Pensamentos sobre Socialismo Com Características Chinesas Para Uma Nova Era”, parece conseguir conciliar, a certo ponto, os desejos das correntes nativistas e antitradicionalistas presentes no imaginário chinês atual. Da corrente antitradicionalista, reafirma-se a importância do rejuvenescimento da nação chinesa por meio de sua modernização. Ademais, o discurso de “Desenvolvimento Pacífico” característico do governo atual ajuda a arrefecer a desconfiança dos países desenvolvidos com o crescimento chinês.

Da corrente nativista, recupera-se os valores confucionistas presentes na adição do “com características chinesas” ao lema. De acordo com Peters (2017), o atual Presidente consegue entrelaçar a moral confucionista com a insatisfação ocasionada pela corrupção e pela “(…) comercialização da China, que levou à ascenção do nouveau riche e do consumo conspícuo da classe média-alta chinesa” (PETERS, 2017, tradução nossa)

A associação da imagem de Xi à figura paterna, insinuada na ideia de “Sonho Chinês”, junto a exaltação à lealdade e à devoção pessoal da população, retoma os conceitos hierárquicos presentes na filosofia confucionista. Neste sentido, o “Sonho Chinês” colabora para garantir a legitimidade do processo de centralização realizado pelo Presidente frente aos cidadão mais afeitos ao ideal nativista, atenuando o receio da influência externa intrinsecamente ligada a ideia de origem estrangeira (europeia) de socialismo.

Sobre a relação entre ao embate entre nacionalismo liberal e pragmático, Zhao (2005) aponta:

“Os lideres chineses atuais devem, portanto, competir tanto contra o nacionalismo étnico como contra o nacionalismo liberal, a fim de oferecer uma visão própria de nacionalismo para a construção do Estado-nação, e, assim, assegurar que o nacionalismo seja uma força controlada pelo Partido” (ZHAO, 2005, p.133, tradução nossa)

Logo, como representante do pensamento nacionalista pragmático, Xi angaria apoio dentro do Partido Comunista, já que a centralização do poder em suas mãos colabora para a manutenção do partido no governo. Com poderes ampliados, consegue promover o que Hart (2016) chama de “culto à personalidade”, o que pode ajudar a mitigar o sentimento individualista pregado pelo nacionalismo liberal, já que convoca o povo chinês a depositar sua confiança nas mão do líder.

Por fim, graças à promoção do crescimento econômico e militar do país, Xi arrefece tanto as preocupações com a falta de unidade interna quanto o medo da ameaça externa, já que, como demonstramos, estes conceitos parecem interligados.

Considerações Finais

Como a noção de nacionalismo é plural, e não unitária, encontrar um meio termo capaz de satisfazer os anseios destes diversos grupos nacionais contribui para a legitimação do comandante no poder. Ademais, procuramos evidenciar o peso dos conceitos de independência e integridade territorial presentes ao longo da história chinesa, sendo denominadores comuns entre estas diversas concepções de mundo presentes neste artigo.

Assim, concluímos que a interpretação do pensamento político de Xi Jinping como uma resposta frente aos diversos tipos de nacionalismos chineses aqui tratados é um dos fatores que podem ter contribuído para o fortalecimento e legitimação de seu mandado, explicando, em partes, como foi possível este processo de consolidação e centralização de poder em torno de sua figura pessoal.

Referências 

BAJORIA, Jayshree. Nationalism in China. IN: Concil on Foreign Relations. April 22, 2008. Acessado em: 14 Abril 2018.  Disponível em : https://www.cfr.org/backgrounder/nationalism-china

BBC. What does xi jinping’s china dream mean?. Disponível em: <http://www.bbc.com/news/world-asia-china-22726375&gt;. Acesso em: 13 abr. 2018.

HART, Barry. Creating the Cult of Xi Jinping: The Chinese Dream as a Leader Symbol. Cornell International Affairs Review, v. 8, n.5, 2016.  Disponível em: http://www.inquiriesjournal.com/a?id=1417 Acesso em: 13 Abr. 2018.

LAMPTON, David M. Xi Jinping and the National Security Commission: policy coordination and political power. Journal of Contemporary China, 2015

PETERS, Michael A. The Chinese Dream: Xi Jinping thought on Socialism with Chinese characteristics for a new era. Educational Philosophy and Theory. v. 49, n. 14, pp.1299–1304, 2017

REUTERS. Timeline – the rise of chinese leader xi jinping. Disponível em: <https://www.reuters.com/article/us-china-parliament-xi-timeline/timeline-the-rise-of-chinese-leader-xi-jinping-iduskcn1gs0za&gt;. Acesso em: 13 abr. 2018.

SPUTNIK. Xi jinping descreve plano para a criação do ‘socialismo chinês. Disponível em: <https://br.sputniknews.com/asia_oceania/201710189613520-xi-jinping-socialismo-china/&gt;. Acesso em: 14 abr. 2018.

ZHAO, Suisheng. China’s pragmatic nationalism: Is it manageable?, The Washington Quarterly, v. 29, n.1, p. 131-144, 2005

ZHANG, Jian. China’s new foreign policy under Xi Jinping: towards ‘Peaceful Rise 2.0’?, Global Change, Peace & Security, v. 27, n.1, p. 5-19. 2015

ZHIMIN, Chen. Nationalism, Internationalism and Chinese Foreign Policy. Journal of Contemporary China, v.14, n.42, pp. 35-53, 2005

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