Silêncio diante do maior atentado terrorista da última década: um retrato do descaso do sistema internacional para com Estados falidos como a Somália

Isabela Natália Rabelo

Marcela Barros Nichthauser

Resumo

Em 14 de outubro deste ano ocorreu o maior atentado terrorista da última década. O ataque consistiu na explosão de dois caminhões-bomba numa região movimentada da capital somali, Mogadíscio, e deixou cerca de 270 mortos e mais de 300 feridos[i]. Foi realizado, de acordo com as autoridades da Somália, pelo grupo terrorista Al-Shabab[ii], que já foi bastante combatido no país. Apesar dos números elevados, o atentado obteve pequena repercussão mundial. O objetivo deste artigo é, portanto, indagar quais fatores poderiam levar as mídias internacionais a darem tão pouca importância ou mesmo ignorar o ocorrido.

Uma breve contextualização da história somali e a situação atual no país

Iniciando seu processo de descolonização na década de 1960, o território da atual Somália estava dividido anteriormente em duas colônias, uma inglesa e outra italiana e passou por um processo de unificação, liderado pela parte britânica, consolidando-se como República da Somália e adotando um regime parlamentarista. Em 1969, ocorreu um golpe de Estado que levou ao poder o general Mohamed Siad Barre, instaurando um governo ditatorial que perdurou até 1991 (LAITIN, 1979).

O governo de Barre tinha laços estreitos com o governo da União Soviética e, durante muitos anos, a ideologia vigente no território somali era a de um socialismo científico[iii] e forte presença do islamismo, o que levou o país a um distanciamento diplomático com os Estados Unidos (EUA). A reaproximação do país com os EUA se deu no ano de 1977, durante a Guerra de Ogaden[iv], com a Etiópia, devido ao apoio soviético ao lado etíope (AQUINO, 2015).

A derrota na guerra, em 1978, dá início a um longo processo de decadência do governo Somali, sob a liderança de Barre até 1991, e introduz o país ao chamado grupo de Estados falidos. O processo de falência estatal é considerado como a incapacidade do Estado de manter controle político e socioeconômico sobre todo o seu território, aliada à falta de legitimidade do governo perante alguns setores populares (GOMES; MENDES, 2016). No período pós-guerra aumentou a imigração na somália, proveniente de uma parcela da população somali que residia em Ogaden, bem como  a insatisfação popular com o regime de Barre e, desde 1988, aconteceram diversos conflitos armados entre rebeldes e o governo. (FITZGERALD, 2002)

Em 1990 ocorreu uma grande pressão popular somali por eleições democráticas. As manifestações populares foram reprimidas por Barre e culminaram com a prisão de civis. Porém, tal fato não sufocou a revolta popular e, devido à continuidade das pressões internas, eleições foram marcadas para o início de 1991. As eleições que teriam caráter multipartidário, entretanto, nunca chegaram a ocorrer, pois o país entrou em guerra civil que durou oficialmente até o ano de 2009, passando ao longo desses 18 anos por apenas breves períodos de paz. Desde o início da guerra civil, há a fragmentação do território somali em diversos grupos armados, o que tem sido responsável pela formação de múltiplos governos autônomos que constantemente entram em conflito, em especial com o frágil governo central que tenta assegurar sua zona de controle. (FITZGERALD, 2002)

As intervenções externas ao longo do conflito, como a estadunidense, iniciadas em 1992 e sancionadas pela ONU desde 1993, não obtiveram êxito em controlar a situação interna na Somália. Os recorrentes fracassos das operações estadunidenses e seus elevados custos foram responsáveis por tornar a opinião pública da população somali contrária à presença dos EUA no país, o que provocou sua saída do conflito. Apesar de não intervir diretamente, o governo dos EUA passou a apoiar de forma indireta a intervenção de outros países na Somália, a exemplo das missões realizadas por tropas etíopes no conflito. (AQUINO, 2015)

A Etiópia é uma das principais interessadas em garantir a estabilidade na Somália por ser fronteiriço ao país e ter receio de que a situação interna somali adentre seu território. Entretanto, mesmo com a saída da Etiópia do Conflito da Somália em 2009, o cenário de guerra civil continua a ser enfrentado. Apesar de ser reconhecido um governo federal somali desde 2012 pela comunidade internacional, a constante fragmentação territorial da Somália e a situação de extrema pobreza ainda perpetuam sua presença no grupo dos Estados considerados falidos (AQUINO, 2015).

Aliado à sua falência estatal, desde o ano de 2006 o território somali sofre influência de diversos grupos terroristas, principalmente o Al-Shabab, os quais aproveitam-se da frágil situação do governo e acabam detendo controle de grande parte do país. Há presença de diversos grupos terroristas atuantes, como o Jahba East Africa, que possui caráter regionalista faz com que a comunidade internacional não destine muitos recursos ao seu combate, ficando tudo sob responsabilidade do governo da Somália. (GLOBAL TERRORISM DATABASE, 2017)

A retirada da ajuda externa na Somália não representa oficialmente o fim dos conflitos que ocorrem internamente no território; as negociações de paz entre o governo somali e os rebeldes se mostraram falhas devido ao descumprimento por ambas as partes em relação ao cessar fogo. O governo que assumiu em 2012 enfrenta diversos desafios, como o cenário de extrema pobreza em que vive a população e a economia predominantemente agrícola do país, de baixo potencial exportador. Soma-se a isso o baixo interesse da comunidade internacional, tanto de Estados quanto de ONGs em investir financeiramente na Somália, devido ao baixo retorno e à situação instável do país. (FMI, 2017).

O silêncio diante do atentado na Somália

Os aviões que colidiram com as Torres Gêmeas em Nova York no dia 11 de setembro de 2001, sob comando da Al-Qaeda[v], realizaram o maior atentado terrorista da história mundial, por dimensão e número de vítimas. Um ataque de tamanha proporção era, naquele momento, um “acontecimento impensável”, pois não havia precedentes. A partir desse evento, o terrorismo ganhou as mídias internacionais, uma vez que passou a ser uma das maiores ameaças à segurança dos países (GASPAR, 2013).

O recente atentado terrorista na capital somali constitui um dos maiores já realizados desde o “11 de setembro”. As explosões dos caminhões-bomba causaram grande destruição em uma área muito movimentada da cidade de Mogadíscio, deixando muitos mortos e feridos. Portanto, o ataque possui, de fato, grandes proporções, especialmente se comparado aos últimos atos terroristas no mundo.

Quadro dos principais atentados terroristas de 2001 a 2017

 

11 de setembro de 2001, Nova York, Estados Unidos 12 de outubro de 2002, Praia de Kuta, Bali, Indonésia 7 de julho de 2005, Londres, Inglaterra 26 de novembro 2008, Mumbai, Índia 15 de abril de 2013, Maratona de Boston, Estados Unidos 14 de setembro de 2017, Barcelona, Espanha 14 de outubro de 2017, Mogadíscio, Somália
Cerca de 3000 mortos e 6000 a 12000 feridos.[vi] Cerca de 182 mortos e mais de 300 feridos.[vii] Cerca de 56 mortos e 700 feridos.[viii] Mais de 160 mortos e cerca de 300 feridos.[ix] Cerca de 3 mortos e 176 feridos.[x] Cerca de 13 mortos e mais de 80 feridos.[xi] Cerca de 270 mortos e 300 a 500 feridos.

Entretanto, apesar dos números, o atentado somali obteve pouca repercussão internacional. Especialmente se comparado ao ocorrido em Barcelona um mês antes, que, apesar de ter sido bem menor em  número de vítimas, gerou uma grande comoção mundial. Só o jornal The Washington Post publicou um total de seis matérias a respeito do atentado. Sendo que as mais recentes foram divulgadas em 01 novembro, quase dois meses após o ocorrido. (WASHINGTON POST, 2017).

Ataques ainda menores em número de vítimas fatais, como o ocorrido na maratona de Boston em 2013, tiveram uma repercussão ainda maior. O The New York Times chegou a publicar uma matéria sobre o ocorrido, intitulada “Bombardeio na Maratona de Boston: o que sabemos”[xii], mesmo dois anos depois, no dia 01 de janeiro de 2015.  Além das várias matérias que o jornal já havia realizado sobre o atentado (NEW YORK TIMES, 2015).

Em comparação, o mesmo The New York Times realizou uma única matéria a respeito do atentado somali, ainda que dois dias depois, (16 outubro), e mesmo assim, ela não estava destacada na capa. A manchete em destaque era uma informação acerca das ações mais recentes da Coréia do Norte (NYTIMES, 2017).

Nas redes sociais, o quadro de descaso é o mesmo. As hashtags sempre utilizadas em massa pedindo apoio e solidariedade às vítimas de grandes eventos não foram vistas em larga escala no caso da Somália (FORUM, 2017).

O Le Monde Diplomatique também deu pouca atenção ao ocorrido, que foi noticiado através de uma matéria no jornal somente treze dias depois, em 27 de outubro (DIPLOMATIQUE, 2017). Já o The Guardian publicou uma matéria sobre o atentado somali ainda no dia em que ocorreram as explosões, porém os destaques da capa eram manchetes estadunidenses e britânicas (THE GUARDIAN, 2017).

O jornal japonês The Asahi Shimbun, por sua vez, não publicou absolutamente nenhuma matéria sobre o ocorrido. São encontradas a respeito da Somália apenas citações em arquivos sobre países como China, Estados Unidos, Coréia do Sul e Coréia do Norte (THE ASAHI SHIMBUN, 2017).

Nesse sentido, é preciso analisar alguns fatores para se entender o porquê da pouca repercussão do atentado ocorrido em Mogadíscio. Em primeiro lugar, deve-se observar que o governo somali representa um dos países mais pobres do mundo, que possui um PIB (Produto Interno Bruto) de apenas US$ 6,22 bilhões, e uma expectativa de vida baixa, – apenas 56 anos de idade -, (BANCO MUNDIAL, 2015-2016). Ou seja, ele enfrenta grandes dificuldades em gerir a seca, a fome e a miséria em altos níveis.

Em consequência, a Somália precisa contar com ajuda externa para manter algum nível de subsistência. Especialmente após o atentado, pois o país não possui infraestrutura e nem corpo médico suficiente para atender ao grande número de vítimas. Por estas razões, pode-se afirmar que a Somália consiste em um dos Estados falidos do globo, uma vez que o governo do país é incapaz de oferecer bens políticos positivos[xiii] à sua população (ROTBERG, 2002, p.85, adaptado) [xiv].

Entretanto, mesmo sendo um país com grandes necessidades e que deveria, por isso, receber maior atenção dos demais Estados, a Somália não possui uma grande visibilidade no sistema internacional. O que é claramente observado por meio do pouco espaço que o atentado ocorrido tomou nas mídias globais.Essa pequena repercussão pode ser entendida como um exemplo da pouca relevância, no âmbito mundial, de países como a Somália, com alto índice de pobreza e falência política. Isso porque são os Estados classificados como great power[xv], as grandes potências, que têm a capacidade de, por si só, causar impacto no sistema de Estados (KEOHANE apud BRITO, 2009, p.10).

Portanto, recursos midiáticos internacionais percebem o cenário mundial com foco nas ações e políticas adotadas pelas grandes potências, a partir daquilo que acontece em seus territórios ou daquilo que tem, teve ou pode vir a ter alguma ligação com os interesses dessas potências. Isso porque são elas que detêm o poder de impactar a ordem internacional, e, por essa razão, torna-se relevante noticiá-las. Isso explica as poucas referências a um Estado como a Somália, apesar de ser um país com enormes necessidades e, portanto, onde a ajuda externa é muito importante. Nesse sentido, a falta de repercussão do atentado prejudica, por exemplo, o socorro aos feridos, que é feito com dificuldade devido à falta de infraestrutura dos hospitais e à escassez de profissionais da saúde no país. Até o momento, apenas a Turquia atuou prontamente para dar socorro aos feridos do ataque (BBC, 2013-2017).

Considerações Finais

A Somália é um país que enfrenta problemas sérios, como a falta de investimento estrangeiro, devido ao baixo retorno; os elevados graus de pobreza, aliados à uma economia principalmente agrícola; e um governo que não consegue oferecer políticas públicas suficientes para atender à população. Recentemente, a instabilidade advinda principalmente de conflitos regionais e da atuação do Al-Shabab no país é um componente que agrava ainda mais a situação somali.

Nesse sentido, trata-se de um Estado que necessita de apoio internacional e ajuda externa a fim de que haja desenvolvimento socioeconômico efetivo a longo prazo. Para tanto, a situação do país deveria ser bastante divulgada, com informações suficientes e completas. Assim, a atuação de outros Estados poderia ser bem mais ampla.

O que se vê, contudo, é que mídias internacionais que possuem uma ampla visibilidade mundial, e que, por essa razão, poderiam auxiliar divulgando acerca do quadro em que encontra a Somália atualmente, não o fazem. Elas priorizam pautas das grandes potências que, de acordo alguns teóricos, são aquelas que de fato são capazes de causar impacto no sistema internacional.

Logo, acontecimentos relevantes são esquecidos devido à baixa divulgação, como é o caso do atentado ocorrido em Mogadíscio. Isso agrava ainda mais o quadro somali, uma vez que medo e pânico são instaurados numa população que já enfrenta grandes dificuldades vivendo em um Estado com falência política e economia pouco desenvolvida.

Referências:

AQUINO, Rubim Santos Leão. Guerra de Ogaden. In: MEDEIROS, Sabrina, VIANNA, Alexander, SILVA, Francisco. Enciclopédia das guerras e Revoluções, Vol.3. Disponível em : https://books.google.com.br/books?id=UsusCQAAQBAJ&pg=PT2&lpg=PT2&dq=enciclop%C3%A9dia+de+guerras+e+revolu%C3%A7%C3%B5es+vol+3+bibliografia&source=bl&ots=kbHBBYDT2U&sig=w7Qv5puwAMUmrommbHkc3Mli8Bc&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwifvLDGjYnXAhUHfpAKHZnMDnkQ6AEIPTAE#v=onepage&q=enciclop%C3%A9dia%20de%20guerras%20e%20revolu%C3%A7%C3%B5es%20vol%203%20bibliografia&f=false )

BANCO MUNDIAL. Dados da Somália. [S.I.] 2015-2016. Disponível  em: <https://data.worldbank.org/country/somalia>. Acesso em 01 nov. 2017.

BBC. Vítima dos ataques de 11 de Setembro é identificada 16 anos depois. [S.I.] 2017. Disponível em: <http://www.bbc.com/portuguese/geral-41694030&gt;. Acesso em 25 out. 2017.

BBC. Al-Shabab, o grupo acusado pelo maior ataque da história da Somália, que matou mais de 300 pessoas. [S.I.] 2013-2017. Disponível em: <http://www.bbc.com/portuguese/internacional-41633872&gt;. Acesso em 25 out. 2017.

BRITO, Lana Bauab. China: Potência Média ou Global? [S.I] 2009. Disponível em:<https://www.researchgate.net/profile/Lana_Brito2/publication/237214861_CHINA_POTENCIA_MEDIA_OU_GLOBAL/links/5839003e08ae3a74b49d2305/CHINA-POTENCIA-MEDIA-OU-GLOBAL.pdf&gt;. Acesso em 20 out. 2017.

CENTRAL INTELLIGENCE AGENCY. The World factbook Somalia. Disponível em: https://www.cia.gov/library/publications/resources/the-world-factbook/geos/print_so.html

CONGOSTRINA, Afonso L. Atropelamento em Barcelona: atentado terrorista deixa vários mortos e feridos. In: El País. Barcelona, 17 ago. 2017. Disponível em: <https://brasil.elpais.com/brasil/2017/08/17/internacional/1502982054_017639.html>. Acesso em 16 nov. 2017.

DIPLOMATIQUE. Precisamos falar sobre a Somália. [S.I.] 2017. Disponível em: <https://diplomatique.org.br/precisamos-falar-sobre-somalia/>. Acesso em: 7 nov. 2017.

FITZGERALD, Nina J.Somalia: issues, history and bibliography. Huntington, [s.n], 2002

FORUM, Revista. O silêncio ensurdecedor da mídia com relação ao atentado na Somália. 2017. [S.I.] 2017. Disponível em: <https://www.revistaforum.com.br/2017/10/16/o-silencio-ensurdecedor-da-midia-com-relacao-ao-atentado-na-somalia/>. Acesso em: 6 nov. 2017.

FRAGILE STATES INDEX. Disponível em :http://fundforpeace.org/fsi/.  Acesso em: 6 nov. 2017

G1. Explosões deixam mortos e feridos na chegada da Maratona de Boston. [S.I.] 2013. Disponível em: <http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/04/explosoes-deixam-mortos-e-feridos-na-chegada-da-maratona-de-boston.html>. Acesso em 9 nov. 2017.

G1. Índia declara a morte das primeiras vítimas dos atentados de Mumbai oito anos depois [S.I.] 2017. Disponível em: <https://g1.globo.com/mundo/noticia/india-declara-a-morte-das-primeiras-vitimas-dos-atentados-de-mumbai-oito-anos-depois.ghtml&gt;. Acesso em: 9 nov. 2017.

GASPAR, Carlos. As decisões depois do 11 de Setembro. In: Jornal Público. 11 set. 2013. Disponível em: <https://www.publico.pt/2013/09/11/jornal/as-decisoes-de-setembro-27074810>. Acesso em 16 nov. 2017.

GOMES, Cristiano; MENDES, Aureo de Toledo. Fracasso estatal e soberania: a construção discursiva dos estados falidos na política externa estadunidense. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ln/n101/1807-0175-ln-101-00175.pdf. Acesso em 26 de out 2017

GLOBAL TERRORISM DATABASE. Somalia. Disponível em https://www.start.umd.edu/gtd/search/Results.aspx?search=somalia&sa.x=0&sa.y=0&sa=Search

IMF. Sixth things to know about somalia economy. Disponível em: < http://www.imf.org/en/News/Articles/2017/04/11/NA041117-Six-Things-to-Know-About-Somalia-Economy>

ITAMARATY. União Africana. [S.I.] S/D. Disponível em: <http://www.itamaraty.gov.br/pt-BR/politica-externa/mecanismos-inter-regionais/3681-uniao-africana>. Acesso em 01 nov. 2017.

LAITIN, David D.. The War in the Ogaden: implications for Siyaad’s rôle in Somali history. The Journal of Modern Africa Studies. [S.l.]: v. 17, p. 95-115, 1979

NEW YORK TIMES. Boston Marathon Bombing: What We Know. [S.I.]. 2015. Disponível em: <https://www.nytimes.com/2015/01/02/us/boston-marathon-bombings-trial-what-you-need-to-know.html&gt;. Acesso em 9 nov. 2017.

NEW YORK TIMES. Mogadishu Truck Bombings Are Deadliest Attack in Decades. [S.I.] 2017. Disponível em: <https://www.nytimes.com/2017/10/15/world/africa/somalia-bombing-mogadishu.html&gt;. Acesso em 20 out. 2017.

NYTIMES. Front page. Disponível em: <http://www.nytimes.com/images/2017/10/16/nytfrontpage/scan.pdf>. Acesso em 7 nov. 2017.

OGLOBO. Terror em Londres: explosões em metrô e ônibus deixaram 56 mortos e 700 feridos. [S.I.]. Disponível em: <http://acervo.oglobo.globo.com/em-destaque/terror-em-londres-explosoes-em-metro-onibus-deixaram-56-mortos-700-feridos-8976117>. Acesso em 9 nov. 2017.

PERSICI, Rossana Sarmento. GUERRA E PAZ EM ANGOLA: Um Estudo sobre o Papel da ONU e das Grandes Potências. 2010. Disponível em: <http://www.biblioteca.pucminas.br/teses/RelInternac_PersiciRS_1.pdf&gt;. Acesso em 20 out. 2017.

ROTBERG, Robert I. The New Nature of Nation-State Failure. The Washington Quarterly. 2002. p. 85-96. Disponível em: <https://www.boell.de/sites/default/files/assets/boell.de/images/download_de/demokratie/The_New_Nature_of_Nation-State_Failure_Rotberg_2002_en.pdf&gt;. Acesso em 25 out. 2017.

THE ASAHI SHIMBUN. Search: Somalia. [S. I.] 2017. Disponível em: <http://sitesearch.asahi.com/.cgi/ajwsitesearch/sitesearch.pl?Keywords=somalia>. Acesso em 10 nov. 2017.

THE GUARDIAN. Bali night club bomb kills 180. [S.I.] 2002. Disponível em: <https://www.theguardian.com/world/2002/oct/13/indonesia&gt; . Acesso em 9 nov. 2017.

THE GUARDIAN. World News. [S.I.] 2017. Disponível em: <https://www.theguardian.com/world?page=79&gt;. Acesso em 10 nov. 2017.

[i]  Dados do NEW YORK TIMES, 2017.

[ii] O grupo se divide entre defensores da Al-Qaeda, responsável pelo “11 de setembro”, e do Estado Islâmico, dois grandes e violentos grupos terroristas. Foi combatido ao dominar quase toda a capital somali com apoio bélico norte-americana (NEW YORK TIMES, 2017, IDEM).

[iii] Leia-se Marxismo tradicional de Marx e Engels.

[iv] Ogaden região planáltica localizada em território etíope que possuía uma minoria de habitantes somalis.

[v]  Grupo terrorista de radicais islâmicos.

[vi] Dados retirados da BBC, 2017, IDEM.

[vii] Dados retirados do The Guardian, 2002.

[viii]Dados retirados do OGlobo, 2013-2017.

[ix] Dados retirados do G1, 2017.

[x]  Dados retirados do G1, 2013.

[xi] Dados retirados de CONGOSTRINA, 2017.

[xii]“Boston Marathon Bombing: What We Know” (tradução livre)

[xiii] Bens políticos positivos são entendidos como políticas públicas que favoreçam o bem estar da população em termos de saúde, educação, infraestrutura em saneamento, em comunicação e em transporte, por exemplo.

[xiv] ROTBERG, Robert I. The New Nature of Nation-State Failure. The Washington Quarterly. 2002. p. 85-96.

[xv] Grandes potências de acordo com Keohane.

 

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