Da TV à Casa Branca: a ascensão de Donald Trump na Corrida Presidencial dos Estados Unidos

Sofia Lima

Resumo

Quando Donald Trump se candidatou à nomeação do Partido Republicano, em junho de 2015, poucos acreditavam que o empresário tivesse chances reais de ganhar. No entanto, o discurso polêmico adotado por Trump, associado a seu sucesso no mundo dos negócios e a sua fama como apresentador do reality show O Aprendiz, reverteu o quadro de rejeição inicial do eleitorado e garantiu a ele o primeiro lugar  nas primárias do Partido Republicano. Nesse sentido, o presente artigo busca analisar a trajetória de Trump ao longo das primárias e as consequências de uma vitória do candidato republicano em termos de política externa norte-americana.

A corrida pela nomeação

Desde o anúncio de sua candidatura à presidência pelo partido Republicano, a campanha de Donald Trump foi marcada por polêmicas, que ainda hoje sublinham o tom das falas do candidato. Entre as mais criticadas, no discurso que abriu oficialmente a sua candidatura, em 16 de junho de 2015, está sua posição fortemente contrária à imigração mexicana, que representaria, segundo ele,  sérios problemas para os Estados Unidos. Para o candidato, os imigrantes mexicanos trazem consigo “drogas, eles trazem crimes, eles são estupradores. ”[i] Como solução, Trump propôs a construção de um muro ao longo das fronteiras ao sul dos Estados Unidos, separando o país, de forma definitiva, do México[ii] (LERNER, 2015).

Por essa posição, ele foi rechaçado interna e internacionalmente, mas o discurso contrário à imigração não foi a única controvérsia que marcou o início da campanha de Donald Trump. Ainda na abertura de sua candidatura, ele falou sobre a relação comercial entre Estados Unidos e China, afirmando que os líderes chineses seriam mais inteligentes que aqueles norte-americanos, o que tornaria a relação entre os dois países insustentável. Sobre o terrorismo no Oriente Médio, Trump alegou estar competindo com o Estado Islâmico, porque eles “se tornaram ricos” ao se expandir na região. E em relação às forças armadas, ele reiterou o anseio por formar a mais poderosa força militar da história do país (DIAMOND, 2015).

Mas, apesar da grande repercussão desse discurso inicial, essa não foi a primeira vez que Trump sinalizou interesse em concorrer à presidência. Ele já havia aventado a possibilidade de se candidatar em diversas ocasiões – 1988, 2000, 2004, 2008 e 2012 – antes de entrar na corrida pela nomeação do partido republicano em 2015. Até então, todavia, havia se dado pouca atenção aos planos de Trump, que era visto sobretudo como um empresário de sucesso e uma estrela da TV[iii]. Logo após o anúncio de sua candidatura, segundo reportagem da CNN (DIAMOND, 2015), ele era avaliado negativamente por mais de metade dos americanos.

Sua entrada na corrida pela nomeação republicana dividiu o próprio partido. Para Rick Perry, ex-governador do Texas, a candidatura dele  poderia representar a ruína do Partido Republicano e um retrocesso para o conservadorismo. Para ele, Trump desperta o interesse de muitos republicanos ao abordar temas de grande interesse, como o controle de fronteiras e o sistema de imigração. No entanto, o candidato não oferece soluções realistas para esses problemas, mas desperta uma profunda inquietação na sociedade norte-americana, o que, para Perry, é inaceitável (GLUECK, 2015). De maneira similar, parte dos financiadores do Partido Republicano se manifestaram negativamente contra a candidatura(GASS, 2015). Segundo reportagem do New York Times (MARTIN & BURNS, 2016), muitos deles[iv] mostraram-se resistentes à Trump, o que poderia posar como um obstáculo para que ele arrecadasse os pretendidos US$ 1bi antes das eleições gerais em novembro.

Justamente por essa rejeição inicial, questionou-se as reais chances dele vencer a nomeação do partido. No entanto, ele lançou mão do seu sucesso no ramo empresarial como uma das principais ferramentas da sua campanha, buscando reverter a percepção negativa do eleitorado quanto à sua possível nomeação. Pautando-se em críticas à administração de Obama, sobretudo no que tange as políticas econômica e externa, afirmou que seu sucesso no mundo corporativo mais do que o qualificaria para a presidência. Para ele, o segredo para a recuperação dos Estados Unidos estaria exatamente na adoção de uma estratégia de governo que refletisse o pensamento corporativo. Destarte, Trump lançou sua candidatura sob a promessa de reviver o sonho americano, tornando-o maior e melhor (DIAMOND, 2015).

O Fenômeno Donald Trump

A despeito da rejeição inicial enfrentada, seu discurso sem “papas na língua” foi eficaz, refletindo em sua rápida escalada nas pesquisas de intenção de voto e colocando-o à frente dos demais candidatos pela nomeação do Partido Republicano. Para Michael Barone (2016), as declarações controversas de Trump, aliadas a seu status de celebridade, imediatamente atraíram a atenção do público e da mídia para sua candidatura. Para muitos, essas declarações abriram precedente para desqualificar sua campanha, mas Trump soube aproveitar-se dessa atenção para atacar seu então principal concorrente, Jeb Bush (BORNE, 2016).

Em um dos primeiros debates das primárias, em 12 de fevereiro, o empresário colocou em xeque a competência de Bush, disparando contra a administração de seu irmão, George W. Bush. “A guerra no Iraque foi um grande erro[v]”, afirmou, relacionando  relação entre a ineficiência dos esforços do governo Bush em termos de segurança e os atentados de 11 de setembro (MEHTA, BIERMAN & HALPER, 2016). A estratégia de Trump contra Jeb Bush foi fatal. Consequentemente, ele ascendeu nas pesquisas e ganhou as primárias de New Hampshire e da Carolina do Sul e o caucus[vi] Nevada, perdendo apenas em Iowa, por uma margem mínima, para Ted Cruz (BARONE, 2016).

Esses resultados foram de extrema importância para a continuidade da escalada da campanha de Trump. Embora não sejam Estados com um número expressivo de delegados, os resultados das primeiras votações reafirmaram o favoritismo dele à Casa Branca. Esse resultado, por outro lado, também provocou uma mudança na postura dos demais candidatos republicanos, que passaram a atacá-lo  de forma mais perspicaz, questionando a capacidade de Donald Trump em governar o país segundo ideais que não seriam realistas[vii] (BARONE, 2016; SCHRECKINGER, 2015).

No entanto, a adoção de uma postura mais ofensiva por parte de seus principais oponentes, Ted Cruz e Marco Rubio, não foi suficiente e Trump continuou liderando as eleições pela candidatura do Partido Republicano. Em 1º de março, na chamada Super-Terça, quando o maior número de estados vota no mesmo dia, ele confirmou seu favoritismo e venceu em sete dos doze estados apurados. As vitórias do republicano continuaram e, em 15 de março, o senador Marco Rubio desistiu da corrida pela candidatura após perder para Trump na Flórida, seu estado natal (ANDREWS, BENNETT & PARLAPIANO, 2016).

Com a saída de Rubio, acreditou-se que Ted Cruz poderia crescer frente a Trump, mas a vitória deste em Nova Iorque, em 19 de abril, e em Indiana, em 3 de maio, não deixaram dúvidas quanto ao favoritismo absoluto do empresário (BARRON, 2016; BATISTA, 2016). Derrotado em Indiana, o senador Ted Cruz desistiu da campanha, já que não conseguiria mais alcançar o número de delegados necessários (1.237) para tornar-se o candidato republicano nas eleições gerais de novembro (BATISTA, 2016). Por conseguinte, o magnata alcançou os 1.237 delegados em 26 de maio, após a desistência de todos os demais candidatos (TRUMP ATINGE…, 2016).

Para João Fellet (2015), o eleitorado americano está cansado do “establishment político de Washington, que para muitos se distanciou das necessidades dos americanos comuns”. Consequentemente, Trump se beneficiaria por não ser visto um político profissional por grande parte dos norte-americanos. Além disso, a veia empresarial de Trump é bem vista por seus eleitores, que afirmam que ela o ajudaria a governar o país de forma eficiente. De forma similar, para seu eleitorado, a fortuna do republicano significaria que ele poderia custear seus próprios gastos de campanha, sem ficar à mercê dos interesses de grandes doadores. Outrossim, sua espontaneidade e sua veia conservadora contribuíram positivamente para o crescimento. Para grande parte de seus eleitores, o candidato fala o que muitos pensam, mas não têm coragem de dizer em público (FELLET, 2015; MIELNICZUK, 2016).

Mas, embora a campanha de Trump tenha observado um aumento significativo no apoio popular, resta saber se esse crescimento será suficiente para que ele garanta a vitória nas eleições gerais. Ainda que o “Trumpismo” tenha despertado uma base eleitoral apaixonada, o candidato enfrenta uma série de críticas que ameaçam derrubá-lo. O recém-eleito prefeito de Londres, Sadiq Khan, afirmou, por exemplo, que a visão de Trump em relação ao Islã poderia pôr em risco a segurança internacional (THAROOR, 2016). Da mesma forma, parte da  imprensa internacional posiciona-se contra o discurso conservador do empresário. Ainda em 2015, o jornal francês Liberatión definiu o magnata como o “pesadelo americano” (VINOCUR, 2015).

América em primeiro lugar: os reflexos internacionais de um governo “Trumpista”

Segundo pesquisa divulgada pelo canal FOX News, em 18 de maio, Trump levaria vantagem contra Hillary Clinton nas eleições gerais de novembro, mas perderia caso enfrentasse Bernie Sanders (TRUMP TEM…, 2016). Nesse sentido, frente à possibilidade da eleição do republicano, é importante destacar as consequências de um governo “Trumpista” em termos de política externa americana.

Segundo Trump, uma das primeiras medidas de seu mandato providenciaria o fechamento das fronteiras ao sul do país – com o México. Além disso, adotaria uma série de medidas protecionistas ao aplicar uma tarifa de 35% sobre produtos que usam mão de obra estrangeira (HEALY, 2016). Esse, na verdade, é o tom que prevalece em sua proposta de política externa, que se compromete a colocar os interesses americanos em primeiro lugar e rompe com a tradição do país nessa área. Segundo Trevisan (2016), Donald Trump:

“Sugere que Japão e Coreia do Sul deveriam ter armas nucleares, defende a revisão da aliança dos EUA com a Europa e promete deixar de comprar petróleo com a Arábia Saudita caso o país não mobilize tropas contra o Estado Islâmico. (…) O fio condutor das propostas de Trump é a sua visão de que os EUA são explorados por aliados, que deveriam assumir a responsabilidade por sua própria defesa. ”

Em relação a proliferação e uso de armas nucleares, Trump alega que esse é um dos maiores problemas atuais. No entanto, ele acredita que os Estados Unidos estariam em uma posição melhor se Japão e Coreia do Sul desenvolvessem suas próprias armas nucleares. Isto porque, desta forma, o auxilio norte-americano talvez não fosse necessário em uma situação de conflito com a Coreia do Norte, por exemplo (BROOKS, 2016). Todavia, a posição de Trump vai contra o esforço de não proliferação das armas nucleares e poderia reverter o avanço obtido pelos EUA nessa área. Além disso, desde o fim da 2ª Guerra Mundial, os Estados Unidos têm o compromisso de proteger o Estado japonês, que não mantém Forças Armadas nacionais e abdicou do direito de declarar guerra (TREVISAN, 2016).

No tocante à OTAN, por outro lado, Trump diz não dar muita importância à aliança, considerada por ele obsoleta e repleta de free-riders[viii]. Para ele, a organização deveria ser revista na busca por uma postura mais eficaz na luta contra o terror. Concernente ao terrorismo, aliás, ele propõe bombardear as áreas ocupadas pelo Estado Islâmico. Mas caso essa estratégia não funcione, ele afirma ser necessário eliminar a família daqueles julgados como terroristas[ix] (BROOKS, 2016). Além disso, alega que suspeitos de terrorismo deveriam ser submetidos a tortura e que as leis deveriam mudar para permitir tal medida. Entretanto, ele afirma que não enviaria tropas norte-americanas para zonas de conflito, em combate ao terrorismo, a não ser que não houvesse outra alternativa (MCKELVEY, 2016).

Sobre a relação dos EUA com países mulçumanos, o discurso Trump vai contra seu posicionamento anterior, que sinalizava a intenção de proibir a entrada de imigrantes muçulmanos nos Estados Unidos. No tocante a essa relação, ele afirma que o governo norte-americano deve trabalhar em proximidade com os seus “amigos muçulmanos, que estão todos sob o risco de ataques violentos”[x]. No entanto, ele afirma que essa relação deve ser uma via de mão dupla que traga benefícios reais para os EUA (COLLISON & DIAMOND, 2016).

Trump ainda assegurou que tentaria melhorar as relações estadunidenses com os governos da Rússia e da China. No entanto, foi categórico em afirmar que só trabalharia para o estabelecimento de acordos com os dois países se o resultado fosse favorável à economia norte-americana. Caso contrário, “ele estaria pronto para abandoná-los”. (COLLISON & DIAMOND, 2016).

Considerações finais

Embora Trump não tenha apresentado soluções realistas para a maior parte das questões levantadas durante sua campanha, ele confirmou seu favoritismo e atingiu os votos necessários para a nomeação antes mesmo do fim das primárias republicanas. Sua indicação não será oficializada até a Convenção Nacional Republicana, em julho, mas tudo indica que, à ocasião,  consolidar-se-á como o candidato republicano para a eleições gerais, em novembro.

Frente à realidade da nomeação de Trump, a incoerência de suas propostas no âmbito da política externa ameaça não só a posição de liderança global dos Estados Unidos, como também colocam em risco os fluxos comerciais e a segurança do sistema. Aqui é importante destacar que, mesmo que Trump chegue à Casa Branca, suas propostas não necessariamente se concretizariam, já que dependeriam da aprovação do Congresso. Ainda assim, a possibilidade de ruptura com o modelo de política externa praticada pelos EUA há décadas poderia reverter todo o avanço feito no campo nuclear, complicaria a atual situação no Oriente Médio e poderia gerar uma crise econômica generalizada, ao rejeitar os acordos de livre comércio negociados durante a administração de Obama. Além disso, o próprio discurso dele poderia culminar na profusão de uma tendência reprobatória internacional, prejudicial à posição e aos interesses norte-americanos.

Referências 

LERNER, Adam B. The 10 best lines from Donald Trump’s announcement speech. Jun 2015. Disponível em: < http://www.politico.com/story/2015/06/donald-trump-2016-announcement-10-best-lines-119066 > Acesso em: 23 mai 2016;

DIAMOND, Jeremy. Donald Trump jumps in: The Donald’s latest White House run is officially on. Jun 2015. Disponível em: < http://edition.cnn.com/2015/06/16/politics/donald-trump-2016-announcement-elections/ > Acesso em: 23 mai 2016;

GLUECK, Katie. Rick Perry: Donald Trump will destroy the Republican Party. Jul 2015. Disponível em: < http://www.politico.com/story/2015/07/rick-perry-criticizes-donald-trump-destroy-republican-party-120482 > Acesso em: 23 mai 2016;

GASS, Nick. GOP donors call for sidelining Donald Trump. Jul 2015. Disponível em: < http://www.politico.com/story/2015/07/republican-donors-donald-trump-debates-reaction-119798 > Acesso em: 23 mai 2016;

BARONE, Michael. Como Donald Trump Dominou a campanha eleitoral dos EUA. Fev 2016. Disponível em: < http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2016/02/1744214-como-donald-trump-dominou-a-campanha-eleitoral-nos-eua.shtml > Acesso em: 25 mai 2016;

MEHTA, Seema; BIERMAN, Noah & Halper, Evan. Donald Trump attacks Jeb Bush in personal terms, as death of Scalia hangs over GOP debate. Fev 2016. Disponível em: < http://www.latimes.com/nation/la-na-gop-race-debate-20160212-story.html > Acesso em: 25 mai 2016;

SCHRECKINGER, Ben. Donald Trump goes to war. Jul 2015. Disponível em: < http://www.politico.com/story/2015/12/atrumps-big-show-of-toughness-216520 > Acesso em: 25 mai 2016;

ANDREWS, Wilson; BENNETT, Kitty & PARLAPIANO, Alicia. 2016 Delegate Count and Primary Results. Mai 2016. Disponível em: < http://www.nytimes.com/interactive/2016/us/elections/primary-calendar-and-results.html?_r=0 > Acesso em: 28 mai 2016;

BARRON, Chris. Donald Trump’s back – and there’s nothing the Republican party can do. Abr 2016. Disponível em: < http://www.theguardian.com/commentisfree/2016/apr/19/donald-trump-victory-new-york-republican-primary > Acesso em: 28 mai 2016;

BATISTA, Henrique Gomes. Desistência de Ted Cruz abre caminho para indicação de Trump. Mai 2016. Disponível em: < http://oglobo.globo.com/mundo/desistencia-de-ted-cruz-abre-caminho-para-indicacao-de-trump-19222935 > Acesso em: 28 mai 2016;

TRUMP ATINGE número de delegados para alcançar indicação, diz agência. Mai 2016. Disponível em: < http://g1.globo.com/mundo/eleicoes-nos-eua/2016/noticia/2016/05/trump-atinge-numero-de-delegados-para-alcancar-nomeacao-republicana.html > Acesso em: 28 mai 2016;

MIELNICZUK, Fabiano. As razões da ascensão de Donald Trump na corrida eleitoral americana. Mai 2016. Disponível em: < http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/proa/noticia/2016/05/as-razoes-da-ascensao-de-donald-trump-na-corrida-eleitoral-americana-5811397.html#showNoticia=aWx9c3ZEbys1ODI0MTgwOTM0MDIyMjg3MzYwSSFwMTMyMzM2MDA4MTgxMzEyNzIwNE1bNDY0MjUxMzk5MDQ5MDQxNjc0MjR2eDd0akp2Xis+NSNuVkt8SnU= > Acesso em: 29 mai 2016;

FELLET, João. Por que Donald Trump é popular entre os conservadores nos EUA – e fora deles. Dez 2015. Disponível em: < http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/12/151224_donald_trump_popularidade_jf_rb > Acesso em 28 mai 2016;

VINOCOUR, Nicholas. Europeans are obsessed with Donald Trump. Ago 2015. Disponível em: < http://www.politico.com/story/2015/08/trump-europe-213141 > Acesso em: 28 mai 2016;

TRUMP TEM 45%, e Hillary, 42%, aponta pesquisa sobre eleições nos EUA. Mai 2016. Disponível em: < http://g1.globo.com/mundo/eleicoes-nos-eua/2016/noticia/2016/05/trump-tem-45-e-hillary-42-aponta-pesquisa-sobre-eleicoes-nos-eua.html > Acesso em: 29 mai 2016;

HEALY, Patrick. ‘President Trump?’ Here’s how he says it would look. Mai 2016. Disponível em: < http://www.nytimes.com/2016/05/05/us/politics/donald-trump-president.html > Acesso em: 29 mai 2016;

MCKELVEY, Tara. Trump’s foreign policy: So crazy it just might work?. Abr 2016. Disponível em: < http://www.bbc.com/news/world-us-canada-35948246 > Acesso em: 29 mai 2016;

DIAMOND, Jerry & COLLINSON, Stephen. Donald Trump’s foreign policy: ‘America first’. Abr 2016. Disponível em: < http://edition.cnn.com/2016/04/27/politics/donald-trump-foreign-policy-speech/ > Acesso em: 29 mai 2016;

BROOKS. Donald Trump Has a Coherent Realit Foreign Policy. Abr 2016. Disponível em: < http://foreignpolicy.com/2016/04/12/donald-trump-has-a-coherent-realist-foreign-policy/ > Acesso em: 29 mai 2016;

MARTIN, Jonathan & BURNS, Alexander. Key G.O.P. Donors Still Deeply Resist Donald Trump’s Candidacy. Mai 2016. Disponível em: < http://www.nytimes.com/2016/05/22/us/politics/donald-trump-republican-fundraising.html?_r=0 > Acesso em: 31 mai 2016.

[i] “When Mexico sends its people, they’re not sending their best. They’re not sending you. They’re not sending you. They’re sending people that have lots of problems and they’re bringing those problems with us. They’re bringing drugs, they’re bringing crime, they’re rapists, and some, I assume, are good people.”

[ii] “I would build a great wall. And nobody builds walls better than me, believe me. And I’ll build them very inexpensively. I will build a great great wall on our southern border and I’ll have Mexico pay for that wall.”

[iii] Trump apresentou o reality show O Aprendiz por 14 temporadas.

[iv] Entre os doares que desaprovam Trump, estão o executivo Mike Fernandez, o investidor Paul E. Singer, Joe Ricketts, fundador da Ameritrade, e os gestores de fundos hedge, William Oberndorf e Seth Klarman. Singer sozinho, por exemplo, gastou pelo US$ 28 milhões em campanhas republicanas desde 2012 (MARTIN & BURNS, 2016).

[v] Tradução nossa: “The war in Iraq was a big, fat mistake (…)”.

[vi] Diferentemente das primárias, onde os eleitores votam de forma direta, no cáucus, há um tipo de assembleia onde os eleitores se reúnem em um local e a uma hora pré-determinados.

[vii] Em relação à política de imigração, por exemplo, Trump propõe barrar a totalidade do fluxo migratório de mulçumanos para os Estados Unidos.

[viii] Free-rider é um agente que usufrui ou se beneficia de um bem sem, necessariamente, ter contribuído para a obtenção do mesmo.

[ix] “With the terrorists, you have to take out their families”.

[x] Tradução nossa: “We’re going to be working very closely with our friends in the Muslim world, which are all at risk for violent attacks.”

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Uma resposta para Da TV à Casa Branca: a ascensão de Donald Trump na Corrida Presidencial dos Estados Unidos

  1. Csar Maza disse:

    quero tanto receber os vossos serviços….

    Date: Tue, 7 Jun 2016 16:22:35 +0000 To: cesarartur@live.com.pt

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