Os desafios à Onda Rosa na segunda metade da década de 2010: uma análise do cenário político sul-americano

Pedro Diniz Rocha

Heitor Cardoso e Maciel

Resumo

Em 1998, com a eleição de Hugo Chávez na Venezuela, iniciava-se a “Onda Rosa” na América do Sul, caracterizada pela difusão de ideias e práticas de políticas sociais por todo o continente. No entanto, hoje, apesar de grande parte dos governos caracterizados por fazer parte da onda rosa ainda estarem no poder, há uma série de novos desafios a serem superados para que eles se mantenham nos próximos anos. Nesse sentido, nosso objetivo nesse artigo é realizar uma breve análise do cenário político sul-americano com foco nos casos de Argentina, Brasil, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Venezuela, buscando entender os novos desafios impostos a esses governos.

A ascensão da onda rosa

 A partir do fim da década de 1990 a América do Sul passou a vivenciar a ascensão ao poder de partidos de esquerda por meio do jogo democrático. No ano de 1998, Hugo Chávez subiu ao poder na Venezuela, em 2000 Ricargo Lagos foi eleito no Chile, em 2003 Lula chegou ao poder no Brasil, e o mesmo ocorreu com Néstor Kirshner na Argentina, em 2004 Tábaré Vásquez foi eleito no Uruguai, em 2005 Evo Morales foi eleito na Bolívia, em 2006 Rafael Corrêa ganhou as eleições no Equador, em 2008 Fernando Lugo ascendeu ao poder no Paraguai, dentre outros casos (SILVA, 2010). As características comuns dos novos governos – “defesa de políticas de inclusão social ampla”, “rejeição total ou parcial das experiências neoliberais”, “atuação internacional que buscava maior autonomia em relação a organismos internacionais” e “alternativas aos tradicionais parceiros político-econômicos” – e a sua grande abrangência levou o fenômeno inédito na região a ser chamado, por alguns analistas, de onda rosa[i] (CARVALHO, 2013; SILVA, 2010).

Durante a primeira década do novo século a “onda rosa” dominou a política na região. A América do Sul conseguiu superar com relativo sucesso a crise do modelo neoliberal do fim da década de 1990, alguns indicadores sociais apresentaram uma melhora significativa e os países da região foram blindados, em certo sentido, dos maiores efeitos da crise de 2008. No entanto, hoje, a onda rosa enfrenta grandes desafios, os quais os líderes sul-americanos devem superar para, nos próximos anos, garantir a continuidade de seus governos.

Um novo cenário político: desafios para a onda “rosa”

 Assim como a vitória de Fernando Lugo nas eleições presidenciais paraguaias em 2008 pode ser entendida como um dos momentos de maior esplendor da “onda rosa”, na medida em que com sua ascensão a grande maioria dos países-membros do MERCOSUL[ii] passou a ter presidentes de esquerda, seu impedimento no ano de 2012 pode ser entendido como o primeiro indício de que a “onda rosa” poderia estar desacelerando (JULIANO, 2008; SERRANO, 2012)[iii]. Na Argentina, o liberal Mauricio Macri, ascende ao poder após 12 anos de Kirchnerismo. No Brasil, a crise político-econômica bate às portas da presidente Dilma Roussef e a oposição ganha a cada dia mais força. Na Venezuela, o Chavismo, pela primeira vez desde 2008, foi derrotado nas urnas nas eleições legislativas e não possui maioria na Assembleia Nacional. Na Bolívia, Evo Morales acaba de sofrer sua primeira derrota política ao ver sua proposta de permissão de reeleição ser negada por referendo popular. Como ponto fora da curva, aparece o Uruguai, onde o “Frente Ampla” conseguiu se manter no poder sem dificuldade ao eleger Tabaré Vazquez como sucessor de Mujica na presidência (CUÉ, 2016; ÉPOCA, 2015; O EMPRESARIO MAURICIO…, 2016;MACRI É ELEITO…,2015;). Abaixo, analisaremos mais detalhadamente caso por caso.

Paraguai

Em 2008, Fernando Lugo venceu as eleições e se tornou presidente do Paraguai, salientando a força, na época, da “nova” esquerda sul-americana já que, naquele momento, a grande maioria dos países do MERCOSUL passou a ter presidentes de esquerda. Além disso, sua vitória foi significativa em especial no Paraguai na medida em que rompeu com o domínio de 60 anos do Partido Colorado [iv](JULIANO, 2008; FERNANDO LUGO É…, 2008).

No entanto, quatro anos depois, sem maioria na Câmara dos deputados e no Senado e sofrendo grande pressão da oposição colorada, foi aberto, em 2012, um processo de impeachment contra Lugo, com a justificativa de “mal desempenho de suas funções”, rapidamente deferido pelo Senado. No ano seguinte, o megaempresário Horacio Cartes venceu as eleições e o poder voltou para as mãos do Partido Colorado, após 4 anos do governo de Lugo (SERRANO, 2012; ENTENDA A CRISE…, 2012; CARVALHO, 2013).

Argentina

 O caso argentino é um dos exemplos mais notórios acerca dos novos desafios da “onda rosa”. Após 12 anos de Kirchnerismo, a vitória nas eleições do liberal Mauricio Macri, com 68,67% dos votos, pela coligação Mudemos, tende a modificar os caminhos da política doméstica e externa do país (MACRI É ELEITO…,2015). Na esfera interna, o presidente já iniciou algumas alterações, como por exemplo a dispensa de 2.600 servidores públicos, corte dos impostos de exportações ao campo, reajuste de 300% nas contas de luz, entre outras ações (ALRES, 2016;CUÉ, 2016; PRESSE, 2015). Já o resultado das ações no ambiente da política externa demandam maior espaço de tempo para serem identificados, porém o novo governo argentino tenderá a se direcionar mais para seu parceiros tradicionais, como o Brasil, Chile, União Europeia e Estados Unidos. Corroboram essa perspectiva as primeiras viagens realizadas por Macri, em 04 de dezembro de 2015, ao Brasil e ao Chile, após ganhar as eleições (MACRI PROMOVE REVIRAVOLTA…, 2015).

Diferentemente de Cristina Kirchner, Macri demonstra uma postura mais crítica ao governo venezuelano de Nicolás Maduro, desaprovando o abuso aos direitos humanos e a perseguição a políticos de oposição. Inicialmente, o presidente havia dito que solicitaria a suspensão da Venezuela do bloco pela cláusula democrática do MERCOSUL, porém o reconhecimento por Maduro da vitória da oposição nas eleições parlamentares venezuelanas fez Macri abandonar esse curso de ação (MACRI RECUA DE…,2015).

Brasil

Em 2003, Lula foi eleito presidente do Brasil, iniciando o período de governança do Partido dos Trabalhadores (PT), que perdura há 13 anos. Durante esse período, assim como outros governos da onda rosa sul-americana, a questão social foi tratada de perto. Nesse sentido, é possível destacar os diversos programas sociais brasileiros[v] responsáveis por, entre outros feitos, reduzir a miséria do país (CERATTI, 2014). O programa de política externa, primordialmente o de Lula, foi caracterizado por uma busca de autonomia pela diversificação, reduzindo as assimetrias nas relações com os parceiros tradicionais e diversificando as relações externas (VIGEVANI; CEPALUNI, 2010).

Contudo, a grave crise político-econômica que assola o Brasil tem provocado grande descontentamento em parcela significativa da população, prejudicando a imagem do PT no ambiente doméstico e externo. Esses fatores dificultaram a reeleição de Dilma Rousseff como presidente do Brasil, reeleita por 51% dos votos válidos (DILMA ROUSSEFF É…, 2014). Após sua reeleição, a crise continua elevando-se pela constante divulgação de casos de corrupção, que envolve grande parte da base aliada do governo, e pelos baixos níveis de crescimento econômico. Esses fatores fomentam baixas expectativas da manutenção do governo petista nas próximas eleições, o que leva a vislumbrar mais uma perda dos governos da esquerda sul-americana (CUÉ, 2016).

 Venezuela

O primeiro país sul-americano no qual a onda rosa começou a se manifestar foi a Venezuela. No ano de 1998 Hugo Chávez ascendeu ao poder por meio das vias democráticas pelo partido “Movimiento V Republica” com 56% dos votos (CISNEROS, 2016; TELESUR, 2014). Durante os 14 anos em que esteve como presidente venezuelano Chávez contestou de maneira veemente o paradigma neoliberal defendido pelos governos anteriores, como a solução para os problemas políticos e econômicos da Venezuela. Além disso, no âmbito externo, buscou autonomia em relação a órgãos internacionais como o FMI e se afastou, politicamente, de parceiros tradicionais, como os EUA (CISNEROS, 2016; SALATIEL, 2013).

Mesmo após a Morte de Chávez, em 2013, o chavismo continua no poder após 17 anos, agora sob a liderança de Nicolás Maduro. No entanto, o governo de Maduro vem sendo duramente criticado e perde paulatinamente o apoio popular, já que, embora o chavismo tenha conseguido êxito, por exemplo, na erradicação do analfabetismo e na redução da pobreza, a Venezuela enfrente uma grave recessão econômica (LOYOLA, 2015; SALATIEL, 2013).

Nesse sentido, no final de 2015, pela primeira vez em 16 anos o chavismo foi derrotado nas urnas e a coalizão de oposição conseguiu maioria legislativa ao preencher 99 dos 167 assentos da Assembleia Nacional. De qualquer maneira, Maduro continua no poder até 2019, ano em que ocorrem novas eleições presidenciais. No entanto, é clara a postura de insatisfação para com o governo de uma parcela da população. Pela primeira vez em duas décadas o chavismo correrá o risco de deixar o poder venezuelano, o que poderá significar um baque significativo para a esquerda sul-americana (DEPOIS DE 16…, 2015).

Bolívia

Na Bolívia, Evo Morales ascendeu ao poder no ano de 2005 por vias democráticas representando o partido “MAS”, Movimento ao Socialismo. Inaugurou-se ali um novo capítulo na história da Bolívia e da América do Sul, já que a vitória de Evo o transformou no primeiro indígena sul-americano a se tornar presidente. Morales, assim como outros governos de esquerda que se enquadram na onda rosa, se contrapôs ao modelo neoliberal e tentou aplicar uma nova agenda social na Bolívia, empoderando movimentos sociais e reduzindo a pobreza (MIGUEL e VIANA, 2012; IGLESIAS, 2016).

No entanto, hoje, após mais de 10 anos de governo, a Bolívia continua enfrentando o problema da dependência da exportação de bens minerais e sua economia continua oscilando frequentemente, apesar de ter apresentado nos últimos anos um dos maiores índices de crescimento da região (IGLESIAS, 2016). Além disso, alguns setores do movimento indígena acreditam que Morales defende de maneira muito moderada as bandeiras do socialismo (IGLESIAS, 2016). Nesse sentido, Evo, assim como os outros governos de esquerda sul-americanos que subiram ao poder na onda rosa, também se vê de maneira inédita em situação difícil. Pela primeira vez, desde 2006, o atual presidente se depara com uma derrota política. No dia 21 de fevereiro de 2016, a população boliviana foi às urnas em referendo pela situação que propunha a possibilidade de uma nova reeleição à Morales. De forma surpreendente o “não” saiu vitorioso com 51,30% dos votos, o que não muda o fato do governo se manter no poder até, pelo menos, o ano de 2020 (DERROTA DE EVO…, 2016). Além disso, tal resultado pode demonstrar a maturidade democrática da população boliviana que, historicamente, conviveu com golpes e instabilidade política.

Uruguai

No Uruguai, em 2009, o ex-guerrilheiro José Mujica chegou ao poder pela coalizão de esquerda Frente Ampla. A ousadia do presidente surpreendeu o mundo, sendo referencial até para os demais países integrantes da onda rosa, pela emergência de temas polêmicos e por seu comportamento humilde. Mujica doava 90% de seu salário, legalizou a maconha, o aborto até o terceiro mês e o casamento gay. Nas questões referentes à política externa Mujica optou por não trilhar o antiamericanismo de Chávez e, também, defendia o fim dos entraves que eram impostos ao MERCOSUL (MENEZES, 2014).

O Uruguai, contrastando com a atual crise da onda rosa, é, em conjunto com Chile e o Equador, um dos casos singulares dentro da região, já que a esquerda ainda mantêm força e popularidade no país. Essa coesão da esquerda uruguaia possibilitou, em 2014, a maioria parlamentar da Frente Ampla nas duas Câmaras e a eleição de Tabaré Vázquez. Contudo, o novo presidente terá novos desafios caso almeje manter a estima da esquerda uruguaia, por exemplo, contendo a inflação e o déficit público (OLMOS, 2015; PALACIOS, 2014). Deste modo, analisando as questões supracitadas, a situação do Uruguai apresenta certa estabilidade, não tendo indícios de alterações no rumo de sua ideologia política.

Considerações finais

 Como se pôde perceber em todo o texto, estamos passando por um ponto de viragem no cenário político sul-americano. O que não necessariamente significa que a esquerda em si sairá do poder, mas que, de uma maneira ou de outra, ela terá que se reinventar e se adaptar a um novo ambiente repleto de desafios. Nesse sentido, o crescimento econômico há muito desacelerou, o preço internacional das commodities caiu – em especial o do petróleo, o que atinge de maneira muito forte, por um exemplo, a Venezuela –, e surgiu uma “nova classe média” que urge por mais espaço no cenário político-econômico e que cobra de maneira veemente o governo. Deste modo, criou-se uma frustração dos novos estratos sociais, já que a qualidade dos serviços públicos não correspondeu às expectativas idealizadas.

A derrota em 2015 do governo Kirchenerista e a emergência do governo liberal de Mauricio Macri na Argentina, em conjunto com o anterior impedimento de Lugo no Paraguai, são fatos que corroboram para uma possível crise da “onda rosa”. Contudo, a esquerda uruguaia continua com grande força, e Dilma Rousseff, Evo Morales e Nicolás Maduro ainda terão uma grande extensão de tempo para conseguir suplantar os desafios e buscarem novas estratégias políticas e econômicas, para conseguir, talvez, uma renovação da “onda rosa” sul-americana.

 Referências

CARVALHO, Thales. As eleições no Mercosul e o possível fim da onda rosa: um estudo de caso de Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela. Conjuntura Internacional, dez., 2013

CERATTI, Mariana. Como reduzir a pobreza: uma nova lição do Brasil para o mundo. World Bank. 2014. Disponível em: <<http://www.worldbank.org/pt/news/feature/2014/03/22/mundo-sin-pobreza-leccion-brasil-mundo-bolsa-familia>> Acesso em 02 mar.2016.

CISNEROS, Guillermo. Prototipo del Populismo Contemporáneo: “El Chavismo y su llegada al poder”. Revista de Ciencia política, nº 6, Instituiciones y procesos gubernamentales. Disponível em: <<http://www.revcienciapolitica.com.ar/num6art5.php >>. Acesso em 28 fev. 2016.

CUÉ, Carlos. América Latina vive o fim da era dourada da esquerda no poder. El País. 2016. Disponível: <<http://brasil.elpais.com/brasil/2016/02/27/internacional/1456608633_490106.html>> Acesso em 02 mar. 2016.

CUÉ, Carlos. Macri começa a despedir milhares de servidores contratados pelo kirchnerismo. El País. 2016. Disponível em:<< http://brasil.elpais.com/brasil/2016/01/07/internacional/1452196118_973248.html>>. Acesso em 27 de fev. 2016.

CUÉ, Carlos. Macri faz seu primeiro grande ajuste: 300% de aumento na conta de luz. El País. 2016. Disponível em: <<http://brasil.elpais.com/brasil/2016/01/28/internacional/1453993580_894779.html>&gt; Acesso em 27 fev. 2016.

DEPOIS DE 16….  Depois de 16 anos de chavismo, oposição ganha maioria legislativa na Venezuela. 2015. Disponível em: << http://epoca.globo.com/tempo/filtro/noticia/2015/12/depois-de-16-anos-de-chavismo-oposicao-ganha-maioria-legislativa-na-venezuela.html >> . Acesso em 28 de fev. 2016

DERROTA DE EVO…. Derrota de Evo Morales em referendo o obriga a mudar projeto político. 2016. Disponível em: << http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/02/derrota-de-evo-morales-em-referendo-o-obriga-mudar-projeto-politico.html >>. Acesso em 28 de fev. 2016

DILMA ROUSSEFF É…. Dilma Rousseff é reeleita presidente do Brasil. 2014. Disponível em: <<http://epoca.globo.com/tempo/eleicoes/noticia/2014/10/bdilma-rousseffb-e-eleita-presidente-do-brasil.html>> Acesso em 02 mar. 2016.

ENTENDA A CRISE…. Entenda a crise que levou à destituição do presidente Lugo no Paraguai. 2012. Disponível: << http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2012/06/22/entenda-a-crise-que-levou-a-destituicao-do-presidente-lugo-no-paraguai.htm >>. Acesso em 28 fev. 2016

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JULIANO, Carolina. Ex-bispo Fernando Lugo vence as eleições no Paraguai e põe fim a 61 anos de domínio colorado. UOL. 2008. Disponível em: << http://noticias.uol.com.br/ultnot/especial/2008/eleicaoparaguai/2008/04/20/ult5851u33.jhtm >>. Acesso em: 28 fev. 2016

 LOYOLA, Rodrigo. Venezuela: as vozes que o chavismo não consegue calar. ÉPOCA. 2015. Disponível em: << http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/03/venezuela-vozes-que-o-bchavismob-nao-consegue-calar.html >>. Acesso em 28 fev. 2016

MICHELIS, Robert. Para uma sociologia dos partidos políticos na democracia moderna. Lisboa: Antígona, 2001

MIGUEL, Vinícius; VIANA, João. Bolívia: Ascensão indígena ao poder e o Movimento ao Socialismo (MAS). Revista Cadernos de Estudos Sociais e Políticos, v.1, n.1, jan-jul/2012

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PALACIOS, Ariel. Frente Ampla consegue maioria parlamentar no Uruguai e vai confiante para o segundo turno. Estadão. 2014. Disponível em: <<http://internacional.estadao.com.br/blogs/ariel-palacios/frente-ampla-consegue-maioria-parlamentar-no-uruguai-e-vai-confiante-para-o-segundo-turno/>&gt; Acesso em 02 mar. 2016.

PRESSE, France. Macri anuncia fim de imposto de exportações ao campo argentino. G1. 2015. Disponível em: <<http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2015/12/macri-anuncia-fim-de-impostos-de-exportacoes-ao-campo-argentino.html>&gt; Acesso em 27 fev. 2016.

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RIBEIRO, Pedro. A lei de ferro da oligarquia: indicadores empíricos para um teste de hipótese. 8º encontro da ABCP. Gramado, RS, 01 a 04 de Agosto de 2012. Disponível em: << http://www.cienciapolitica.org.br/wp-content/uploads/2014/04/12_7_2012_18_26_37.pdf >>. Acesso em 10 mar. 2016

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SILVA, Fabrício Pereira. Até onde vai a “onda rosa”? Análise de Conjuntura OPSA,n.2, fevereiro de 2010.

TELESUR. Hace 16 años cambió la historia de Venezuela con triunfo de Hugo Chaves. 2014. Disponível em: << http://www.telesurtv.net/news/Triunfo-de-Hugo-Chavez-hace-16-anos-marco-historia-venezolana-20141206-0018.html >>. Acesso em 28 fev. 2016

VIGEVANI, Tullo; CEPALUNI, Gabriel. A política externa de Lula da Silva: A estratégia da Autonomia pela Diversificação. Scielo. 2007. Disponível em: <<http://www.scielo.br/pdf/cint/v29n2/v29n2a02.pdf>> Acesso em 01 mar. 2016.

[i]  Cabe destacar que apesar de amplamente difundido o conceito de Onda Rosa é criticado por muitos analistas por ser, de certa maneira, impreciso e generalista.

[ii] Mercado Comum do Sul

[iii] Para mais informações consultar: https://pucminasconjuntura.wordpress.com/2013/12/20/as-eleicoes-no-mercosul-e-o-possivel-fim-da-onda-rosa-um-estudo-de-caso-de-argentina-brasil-paraguai-uruguai-e-venezuela/

[iv]Tradicional partido conservador paraguaio fundado no ano de 1836 e que, tradicionalmente, domina, em conjunto do Partido Nacional, as eleições do país

[v] Bolsa Família, Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES) e Programa Universidade Para Todos (PROUNI).

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