Coreia do Norte: os últimos acontecimentos após as sanções do Conselho de Segurança da ONU


Giovana GiaYucing

Resumo

Após o estabelecimento das sanções econômicas, financeiras e comerciais pelo Conselho de Segurança da ONU diante da realização do terceiro teste nuclear norte-coreano, a Coreia do Norte, sob comando de Kim Jong-un, fez uma série de ameaças como forma de protestar contra tais resoluções da ONU, e também contra as mobilizações militares dos EUA e da Coreia do Sul em sua fronteira.

Introdução

Desde o dia 12 de fevereiro próximo passado, quando a Coreia do Norte fez o seu terceiro teste nuclear, até o presente momento, o país vem adotando certas posturas provocativas contra a Coreia do Sul e os EUA, além de ter feito uso deameaças sobre a possibilidade de realizar um ataque nuclear preventivo contra os americanos, bem como de desfazer o armistício estabelecido entre as duas coreias quando do fim da Guerra de 1950-1953 (COREIA DO NORTE AMEAÇA…, 2013).

Durante a reunião realizadapelo Conselho de Segurança da ONU para discutir as novas sanções que seriam estabelecidas contra a Coreia do Norte, este país ameaçou realizar um ataque nuclear preventivo contra os EUA, pois acusam este país de estar realizando exercícios militares na Coreia do Sul, com o intuito de utilizar esta como plataforma para lançamento de mísseis em uma possível guerra nuclear. “Como os Estados Unidos estão prestes a detonar uma guerra nuclear, iremos exercer nosso direito a um ataque nuclear preventivo contra a sede do agressor, a fim de proteger nosso interesse supremo”, disse um porta-voz da chancelaria norte-coreana em nota divulgada pela agência estatal de notícias KCNA[i](COREIA DO NORTE AMEAÇA ATAQUE…, 2013).

Além dessa ameaça, a Coreia do Norte também havia anunciado que deixaria de reconhecer o armistício que pôs fim à Guerra da Coreia em 1953, caso os EUA e a Coreia do Sul mantivessem a realização de exercícios militares conjuntos. Manobras estas que, por sua vez, foram vistas pelas autoridades norte-coreanas como uma preparação para uma suposta invasão do seu território e como atos de provocação (COREIA DO NORTE REVOGA…, 2013). É importante ressaltar que ambas as Coreias nunca chegaram a assinar um acordo de paz definitivo, mas a guerra entre elas (1950- 1953) teve o seu fim mediante a assinatura de um armistício[ii].

No dia 13 de março de 2013, a Coreia do Norte confirmou o cancelamento do armistício de 60 anos, e ainda alertou sobre o seu próximo passo: um ato de retaliação “impiedoso” contra seus inimigos. Segundo um porta-voz do ministério norte-coreano, “seria bom eles manterem em mente que o acordo de armistício não é mais válido e que a Coreia do Norte não está bloqueada pela declaração Norte-Sul de não-agressão” (COREIA DO NORTE CONFIRMA…, 2013).

Os últimos acontecimentos

As sanções estabelecidas pelo Conselho de Segurança da ONU no dia 7 de março de 2013, fazem parte de uma nova tentativa do órgão de conter os programas nucleares e de mísseis balísticos desenvolvidos pela Coreia do Norte. Essas sanções foram redigidas de forma conjunta pelos EUA e pela China (principal aliada externa dos norte-coreanos), e foram aprovadas por unanimidade pelos 15 membros do Conselho. Este novo pacote de sanções possui como objetivo principal impor barreiras para que a Coreia do Norte financie e obtenha materiais para seus programas nucleares (CS DA ONU…, 2013). Entretanto, a Coreia do Norte rejeitou a resolução do Conselho de Segurança de colocar um fim ao seu programa de armas nucleares e, afirmou ainda, que irá continuar lutando para se tornar um Estado bem desenvolvido militarmente, mesmo com o estabelecimento das sanções (COREIA DO NORTE REJEITA…, 2013).

Outra ameaça feita pelos norte-coreanos, como forma de resposta aos exercícios militares praticados na sua fronteira e às sanções da ONU, foi de cortar uma linha direta da Cruz Vermelha com a Coreia do Sul. Na ausência de relações diplomáticas, essa linha é utilizada por ambos os governos coreanospara se comunicarem. Além disso, o país também ameaçou cortar uma linha direta com as forças da ONU no território vizinho. Essas ameaças se concretizaram, colocando um fim ao “telefone vermelho” de contatos militares de emergência com a Coreia do Sul. “Em uma situação na qual uma guerra pode explodir a qualquer momento, não é necessário manter estas comunicações. A linha permanecerá suspensa enquanto durarem as ações hostis do Sul”, segundo disse um militar de alta patente citado pela agência Korean Central News Agency (COREIA DO NORTE CORTA…, 2013).

Em meio às provocações bélicas feitas pelos norte-coreanos contra os EUA e a Coreia do Sul devido aos exercícios militares conjuntos realizados, estes dois países assinaram um novo plano militar que estabelece como ambas as partes irão se comunicar, e como reagirão diante de uma possível agressão da Coreia do Norte (COREIA DO SUL…,2013). Um dia após esse acordo de defesa mútua, a Coreia do Norte anunciou por sua TV estatal que a sua artilharia está preparada para atacar alvos americanos no Estado do Havaí, no território de Guam[iii]e até mesmo no território continental dos EUA (COREIA DO NORTE DIZ…, 2013). Esse anúncio pode ser analisado como uma forma dos norte-coreanos intimidarem seus inimigos, e com o intuito de dissuadia-los a realizarem algum ataque em seu território. No entanto, alguns analistas acreditam que um ataque norte-coreano direto no território de seu vizinho é extremamente improvável, especialmente diante dos exercícios militares entre EUA e a Coreia do Sul, mas existe uma preocupação entre estes analistas sobre a possibilidade da Coreia do Norte emcumprir essa retórica bélica após o final dos treinamentos, o que ocorreu no último dia 30 de abril (COREIA DO NORTE PÕE…, 2013).

Três dias após o anúncio anterior, o líder norte-coreano Kim Jong-unadvertiu novamente que seus foguetes estavam prontos “para acertar as contas com os EUA”, marcando o início de uma nova rodada de retóricas. Ele condenou o sobrevoo de aviões americanos, bombardeiros B-2,sobre a Coreia do Sul, e disse que os EUA pretendem iniciar uma guerra nuclear na península (COREIA DO NORTE DIZ…, 2013).

Para ilustrar como a propaganda militar é utilizada pela Coreia do Norte para intimidar seus inimigos, a mídia estatal divulgou fotografias de Kim e de seus mais importantes generais em frente a um mapa que mostra as rotas de ataques contra cidades nas costas Leste e Oeste dos EUA, e intitulou o mapa como o “plano de ataque ao território dos EUA”. Além disso, também foram divulgadas informações sobre a reunião de dezenas de milhares de norte-coreanos na praça principal de Pyongyang, com o intuito de manifestarem durante noventa minutos, o apoio ao “chamado às armas feito por Kim”. Vários homens e mulheres se perfilaram em linhas retas, com os punhos erguidos, gritando “morte aos imperialistas dos EUA” e alguns seguraram faixas com duras críticas contra a Coreia do Sul, dentre elas “Vamos rasgar os fantoches traidores!” (COREIA DO NORTE DIZ…, 2013).

No dia seguinte em que foi anunciada a instalação dos foguetes, a Coreia do Norte afirmou estar entrando em “estado de guerra” contra a Coreia do Sul, o que aumentou a tensão na Península coreana. Segundo uma declaração divulgada pelo governo norte-coreano, “as relações norte-sul entrarão em um ‘estado de guerra’ (…) A duradoura situação da península da Coreia de não estar nem em paz nem em guerra finalmente acabou” (COREIA DO NORTE ENTRA…, 2013). Dois dias após essa declaração, o líder Kim Jong-un prometeu ampliar a capacidade nuclear do país, dando maior ênfase ao uso deste tipo de armamento em sua estratégia de defesa nacional, e manifestou a sua recusa em manter qualquer diálogo com as grandes potências sobre seu programa atômico, pois as armas nucleares representam “a vida nacional” e “não serão trocadas nem por bilhões de dólares” (COREIA DO NORTE PROMETE…, 2013). Em resposta a essa declaração, a presidente sul-coreana, Park Geun-hye, disse que o país está levando “muito a sério” as ameaças feitas pelo seu vizinho e afirmou que “responderia com força, na forma de um combate” contra qualquer ataque praticado pelos norte-coreanos (COREIA DO SUL PROMETE…, 2013).

No início de abril, a Coreia do Norte confirmou a retomada de todas as atividades de seu principal complexo nuclear de Yongbyon, fechado em 2007, e com capacidade de produzir uma grande bomba de plutônio para buscar uma capacidade dissuasória. Os EUA reagiram a essa confirmação, e procuraram reforçar as suas defesas contra possíveis ataques de mísseis, ao enviar um segundo destroyer à região do Pacífico,e ao colocar em posição o navio de guerra USS John McCain – que possui mísseis guiados para serem usados na defesa contra mísseis balísticos – para operar na costa da península coreana (EUA DESCLOCAM 2° NAVIO…, 2013).

Ainda no início do mês de abril, o governo da Coreia do Sul acusou o seu vizinho de estar preparando um quarto teste nuclear. Segundo o ministro da Unificação da Coreia do Sul, RyooKihl-jae, existem “sinais” de atividadescrescentes perto da região onde está situada a principal área de testes nucleares da Coreia do Norte. Além disso, outra fonte do governo-sul coreano confirmou a realização de atividades semelhantes às que acarretaram no terceiro teste nuclear norte-coreano (COREIA DO NORTE É…, 2013).

Outra medida adotada pela Coreia do Norte recentemente foi impedir a entrada de centenas de funcionários sul-coreanos para trabalharem no complexo industrial[iv]de Kaesong, além de aconselhar a retirada de diplomatas e turistas dos dois países coreanos devido a possibilidade de ocorrer “uma guerra nuclear entre eles” (COREIA DO NORTE ACONSELHA…, 2013).

Considerações Finais

É possível observar por meio destes últimos acontecimentos, que o governo norte-coreano contestou a nova rodada de negociações da Organização das Nações Unidas, em relaçãoàs sanções que foram estabelecidas após a realização de seu terceiro teste nuclear. Além disso, o país também se mostrainsatisfeito com os exercícios militares praticados em conjunto pelos EUA e a Coreia do Sul em sua fronteira e, por isso, vem ameaçando ambos os países quase que diariamente desde o início de março, quando os exércitos americanos e sul-coreanos deram início aos seus exercícios militares. O governo da Coreia do Norte também realizou retóricas contra o Japão, já que este país também condenou os norte-coreanos pela realização de teste com foguetes em dezembro, como também pelo teste nuclear realizado em fevereiro, e por ser um grande aliado dos EUA na região.

De acordo com alguns analistas, uma escalada total de ataques por parte da Coreia do Norte é improvável, e as ameaças estão mais relacionadas com prováveis esforços do governo norte-coreano em fazer com que países como EUA, Coreia do Sul e Japãopromovam políticas mais suaves em direção à Pyongyang, como também para solidificar a imagem do jovem líder norte-coreano.

Segundo Foster-Carter (2013), as ameaças diárias de Pyongyang são uma “fantasia” e o cumprimento de alguma delas seria um atode suicídio, visto que o país norte-coreano está lidando com uma das maiores potências em termos políticos, econômicos e militares da história, os EUA. Assim, como outros analistas, ele também questiona se as retóricas proferidas ultimamente pela Coreia do Norte resultarão em algo real, mas disse que é preciso se manter vigilante.

É importante ressaltar que mesmo que o governo norte-coreano já tenha realizado várias ameaças bélicas e não tenha cumprido a maioria, não se deve destacar a possibilidade das atuais ameaças se tornarem algo real. Neste sentido, os analistas que argumentam que um conflito entre as Coreias, EUA e Japão seja improvável de acontecer, podem estar realizando análises equivocadas sobre a situação coreana.

Referências Bibliográficas

COREIA DO NORTE ACONSELHA estrangeiros a deixarem a Coreia do Sul. BBC Brasil, 2013. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1259554-coreia-do-norte-aconselha-estrangeiros-a-deixarem-a-coreia-do-sul.shtml>. Acesso em: 10 abril. 2013.

COREIA DO NORTE AMEAÇA ataque nuclear preventivo aos EUA. ESTADAO, 2013. Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/geral,coreia-do-norte-ameaca-ataque-nuclear-preventivo-aos-eua,1005592,0.htm>. Acesso em: 15 abril. 2013.

COREIA DO NORTE AMEAÇA desfazer armistício que encerrou guerra. ESTADAO, 2013. Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/geral,coreia-do-norte-ameaca-desfazer-armisticio-que-encerrou-guerra,1004606,0.htm>. Acesso em: 13 abril. 2013.

COREIA DO NORTE: ARMISTÍCIO ou tratado de paz?.FOLHA DE SÃO PAULO, 2013. Disponível em: <http://direito.folha.uol.com.br/1/post/2013/03/coreia-do-norte-armistcio-ou-tratado-de-paz.html>. Acesso em: 22 abril. 2013.

COREIA DO NORTE CONFIRMA fim do armistício com o Sul. EXAME, 2013. Disponível em: <http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/coreia-do-norte-confirma-fim-do-armisticio-com-o-sul–2>. Acesso em: 13 abril. 2013.

COREIA DO NORTE CORTA contato militar com Seul. EXAME, 2013. Disponível em: <http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/coreia-do-norte-corta-contato-militar-com-seul-eua-consideram-provocacao>.  Acesso em: 15 abril. 2013.

COREIA DO NORTE DIZ estar pronta a atacar os EUA. BBC Brasil, 2013. Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/portuguese/ultimas_noticias/2013/03/130326_coreia_norte_rn.shtml>. Acesso em: 15 abril. 2013.

COREIA DO NORTE DIZ que ativará reator fechado em 2007. BBC Brasil, 2013. Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/04/130402_coreia_reator_bg.shtml>. Acesso em: 12 abril. 2013.

COREIA DO NORTE DIZ que arma nuclear é ‘a vida da nação’. ESTADAO, 2013. Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,coreia-do-norte-diz-que-arma-nuclear-e-a-vida-da-nacao,1015378,0.htm>. Acesso em: 12 abril. 2013.

COREIA DO NORTE DIZ que foguetes estão prontos para ‘acertar contas’ com EUA. ESTADAO, 2013. Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,coreia-do-norte-diz-que-foguetes-estao-prontos-para-acertar-contas-com-eua,1014692,0.htm>. Acesso em: 15 abril. 2013.

COREIA DO NORTE É acusada de estar preparando teste nuclear. BBC Brasil, 2013. Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/portuguese/ultimas_noticias/2013/04/130408_coreia_ataque_bg_rn.shtml>. Acesso em: 14 abril. 2013.

COREIA DO NORTE ENTRA em ‘estado de guerra’ contra Seul. BBC Brasil, 2013. Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/03/130329_guerra_retorica_corea_lk.shtml>. Acesso em: 14 abril. 2013.

COREIA DO NORTE PÕE artilharia em posição de combate. ESTADAO, 2013. Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,coreia-do-norte-poem-artilharia-em-posicao-de-combate,1013439,0.htm>. Acesso em: 15 abril. 2013.

COREIA DO NORTE PROÍBE entrada de trabalhadores sul-coreanos. BBC Brasil, 2013. Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/portuguese/ultimas_noticias/2013/04/130403_coreia_trabalhadores_bg_rn.shtml>. Acesso em: 14 abril. 2013.

COREIA DO NORTE PROMETE ampliar seu arsenal atômico e recusa negociação. ESTADAO, 2013. Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,coreia-do-norte-promete-ampliar-seu-arsenal-atomico-e-recusa-negociacao,1015347,0.htm>. Acesso em: 13 abril. 2013.

COREIA DO NORTE REJEITA resolução da ONU que exige fim de programa nuclear. ESTADAO, 2013. Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/geral,coreia-do-norte-rejeita-resolucao-da-onu-que-exige-fim-de-programa-nuclear,1006567,0.htm>.Acesso em: 13 abril. 2013.

COREIA DO NORTE REVOGA armistício que pôs fim à guerra com vizinho do Sul. ESTADAO, 2013. Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,coreia-do-norte-revoga-armisticio-que-pos-fim-a-guerra-com-vizinho-do-sul–,1004992,0.htm>. Acesso em: 15 abril. 2013.

COREIA DO SUL E EUA assinam novo plano militar. ESTADAO, 2013. Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,coreia-do-sul-e-eua-assinam-novo-plano-militar,1012993,0.htm>. Acesso em: 14 abril. 2013.

COREIA DO SUL PROMETE ‘responder com força’ ameaça norte-coreana. BCC Brasil, 2013. Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/portuguese/ultimas_noticias/2013/04/130401_coreiasul_fl_rn.shtml>. Acesso em: 13 abril. 2013.

CS DA ONU aprova novas sanções contra Coreia do Norte. ESTADAO, 2013. Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,cs-da-onu-aprova-novas-sancoes-contra-coreia-do-norte,1005643,0.htm>. Acesso em: 14 abril. 2013.

EUA DESCLOCAM 2° NAVIO de guerra; tensão com Coreia do Norte cresce. ESTADAO, 2013. Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/geral,eua-deslocam-2o-navio-de-guerra-tensao-com-coreia-do-norte-cresce,1016105,0.htm>. Acessoem: 13 abril. 2013.

MICRONESIA, FEDERATED STATES of. CIA – The World Factbook, 2013.Disponível em: <https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/fm.html>. Acesso em: 20 abril. 2013.

FOSTER-CARTER, Aidan. O que está por trás da retórica agressiva da Coreia do Norte. BBC Brasil, 2013. Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/04/130404_coreia_analise_pai.shtml>. Acesso em 13 abril. 2013.


[i] Korean Central News Agency (Agência de Notícias Cental da Coreia)

[ii]Ao contrário de um tratado de paz, que põe fim ao estado de guerra, o armistício é um acordo para encerrar as hostilidades, como um cessar-fogo. No caso das duas Coreias, o armistício estabeleceu a zona desmilitarizada – uma faixa de segurança que protege o limite territorial de tréguas entre os dois países e que constitui a fronteira entre eles -, cessou as hostilidades, recolheu as tropas para seus respectivos lados da zona desmilitarizada, e criou a Comissão de Armistício Militar, responsável pela supervisão do acordo (COREIA DO NORTE ARMISTÍCIO…, 2013)

[iii]A ilha de Guam, Guame ou Guão pertence aos EUA e está localizada na Micronésia, na extremidade Sul das Ilhas Marianas. Ao norte, faz divisa com as ilhas Marianas Setentrionais que também está sob administração norte-americana e, ao sul, com os Estados Federados da Micronésia. O território de Guam atua como base aeronaval estratégica dos EUA.  (MICRONESIA, FEDERATED STATES…, 2013).

 [iv]A Coreia do Norte proibiu a entrada de trabalhadores sul-coreanos no complexo industrial, aberto em 2004. Esse complexo simboliza a cooperação intercoreana e é considerada uma fonte essencial de renda para a Coreia do Norte(COREIA DO NORTE PROÍBE…, 2013).

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